A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o governo Trump pode proibir pessoas transgênero de servir nas Forças Armadas e expulsar aquelas que já estão no serviço. Essa decisão, que foi tomada por 6 votos a 3, reverte a política do ex-presidente Biden, que permitia o serviço militar aberto para pessoas trans. A proibição já pode ser aplicada e faz parte de uma série de ações do governo atual que visam restringir os direitos da população LGBTQIA+. O governo argumenta que a presença de pessoas transgênero nas Forças Armadas pode afetar a disciplina militar. Grupos de defesa dos direitos humanos e organizações LGBTQIA+ criticaram a decisão, chamando-a de um retrocesso nos direitos civis.
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta terça-feira (6), por seis votos a três, que o governo do ex-presidente Donald Trump pode proibir pessoas transgênero de servir nas Forças Armadas. A decisão reverte a política do ex-presidente Joe Biden, que havia garantido o direito ao serviço militar para essa população.
A nova determinação permite a expulsão imediata de militares transgêneros já em serviço. Nenhum dos juízes apresentou justificativas para seus votos, e o caso ainda está em tramitação no 9º Tribunal de Apelações dos EUA. A proibição faz parte de uma série de políticas da administração republicana que visam restringir os direitos da comunidade LGBTQIA+.
A ordem executiva que estabelece a exclusão de pessoas transgênero foi assinada no início do segundo mandato de Trump. O governo argumenta que a presença de pessoas transgênero nas Forças Armadas poderia impactar a disciplina e a coesão militar. Em fevereiro, o Departamento de Defesa começou a implementar a medida, dispensando militares transgêneros.
Grupos de defesa dos direitos humanos e organizações LGBTQIA+ criticaram a decisão, considerando-a um retrocesso nos direitos civis. A reversão da política de Biden representa uma mudança significativa nas diretrizes militares dos EUA, gerando preocupações sobre a inclusão e os direitos de minorias nas Forças Armadas.
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