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Barroso defende oficial de Justiça após intimação a Bolsonaro em hospital

Barroso se reuniu com a oficial de Justiça que intimou Bolsonaro na UTI e anunciou medidas para proteger servidores e combater machismo.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, se encontrou com a oficial de Justiça Cristiane Oliveira, que intimou Jair Bolsonaro enquanto ele estava na UTI. Barroso elogiou o trabalho de Oliveira e disse que a Corte vai buscar formas de proteger melhor os oficiais de Justiça. A intimação foi sobre uma ação penal em que Bolsonaro e outras pessoas são acusados de tentar um golpe de Estado. O ex-presidente gravou um vídeo reclamando da abordagem no hospital. Durante a reunião, a ministra Cármen Lúcia também conversou com Oliveira sobre o machismo que pode ter influenciado a situação. O STF havia decidido que a intimação deveria ocorrer em um momento em que Bolsonaro pudesse ser abordado, e como ele participou de uma live no dia anterior, foi considerado que ele poderia ser notificado.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, se reuniu na quarta-feira, 7, com a oficial de Justiça Cristiane Oliveira, que intimou o ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A intimação se referia a uma ação penal sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. Barroso defendeu a atuação de Oliveira e anunciou que a Corte estudará medidas para proteger os oficiais de Justiça.

Cristiane Oliveira intimou Bolsonaro há cerca de duas semanas, e o ex-presidente registrou o momento em vídeo, reclamando da abordagem no hospital. Barroso expressou solidariedade à oficial de Justiça, afirmando que o trabalho dela é essencial para o cumprimento das funções do STF. “Somos solidários e estamos ao lado de vocês para garantir o apoio e o suporte necessários”, disse Barroso.

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também participou da reunião e discutiu com Oliveira a influência do machismo na repercussão do caso. Oliveira destacou que, por ser mulher, sentiu que isso contribuiu para o constrangimento que enfrentou. O STF havia orientado que a intimação ocorresse em um momento apropriado, considerando que Bolsonaro havia participado de uma live no dia anterior, o que indicava que ele poderia ser notificado.

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