Os legisladores colombianos Iván Name e Andrés Calle foram presos pela Corte Suprema, acusados de receber propinas de cerca de US$ 1 milhão para aprovar reformas do governo de Gustavo Petro. A investigação está relacionada a um grande escândalo de corrupção que envolve o desvio de recursos destinados a emergências climáticas. Name, ex-presidente do Senado, e Calle, ex-presidente da Câmara, estão sendo processados por suborno e peculato. O presidente Petro afirmou que Name sabotou suas reformas e que ambos os políticos não apoiaram seus projetos, que foram em sua maioria rejeitados pelo Congresso. Além deles, outros funcionários do governo também estão sendo investigados, incluindo a ex-chefe da entidade responsável por recursos para as regiões. A Justiça também analisa a conduta de ministros do governo que podem ter conhecimento sobre o desvio de recursos.
Os legisladores colombianos Iván Name e Andrés Calle foram detidos pela Corte Suprema de Justiça nesta quarta-feira, em meio a um escândalo de corrupção que envolve o governo do presidente Gustavo Petro. Eles são acusados de receber propinas de cerca de US$ 1 milhão para aprovar reformas do Executivo.
A investigação se concentra no desvio de recursos da Unidade Nacional para a Gestão do Risco de Desastres (UNGRD), que emergiu após denúncias de sobrepreços na compra de caminhões para emergências em La Guajira. A Corte Suprema informou que a detenção dos parlamentares é necessária enquanto a investigação avança. Ambos já estão sob custódia judicial e suas funções foram suspensas.
Name, ex-presidente do Senado, e Calle, ex-presidente da Câmara dos Representantes, enfrentam acusações de suborno e peculato. As propinas recebidas deveriam ser destinadas a emergências climáticas em regiões carentes da Colômbia. O presidente Petro afirmou que Name sabotou suas reformas, que foram em grande parte rejeitadas pelo Congresso.
A rede de corrupção também envolve outros funcionários do governo, incluindo Sandra Ortiz, ex-chefe da UNGRD, que é acusada de levar dinheiro a Name. A Justiça investiga ainda os ex-ministros do Interior, Luis Fernando Velasco, e da Fazenda, Ricardo Bonilla, que teria conhecimento sobre o desvio de US$ 200 mil em contratos relacionados ao esquema. O presidente pediu a renúncia de Bonilla.
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