A ministra do Planejamento, Simone Tebet, anunciou que o governo vai ajudar a ressarcir aposentados e pensionistas que foram vítimas de fraudes no INSS, onde descontos indevidos foram feitos em seus benefícios. O processo será feito em três etapas: primeiro, a Controladoria Geral da União reconheceu o esquema fraudulento; depois, os beneficiários puderam se manifestar; e, por fim, a equipe do Orçamento e da Fazenda vai garantir que todos os prejudicados sejam compensados. Tebet ressaltou que a restituição será apenas para quem realmente sofreu os descontos, excluindo aqueles que agiram de má-fé. A Polícia Federal está investigando o caso e já afastou o chefe da CGU, que foi demitido pelo presidente Lula. As investigações revelaram que os descontos, que somam R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, foram feitos sem autorização dos beneficiários, que não se associaram a nenhuma entidade. Após a operação, o governo suspendeu todos os acordos de descontos nas aposentadorias.
A Controladoria Geral da União (CGU) identificou um esquema de fraudes que resultou em descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), afetando aposentados e pensionistas. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, anunciou que a União irá complementar os valores necessários para ressarcir as vítimas.
O processo de ressarcimento será realizado em três etapas. A primeira fase foi o reconhecimento do esquema fraudulento. Em seguida, os beneficiários tiveram a oportunidade de se manifestar. A última fase começará na próxima semana, quando a equipe do Orçamento e da Fazenda atuará para garantir que todos os prejudicados sejam compensados. Tebet enfatizou que a restituição será destinada apenas a quem realmente sofreu prejuízos.
A Polícia Federal (PF) e a CGU estão conduzindo uma operação para investigar os descontos não autorizados em aposentadorias e pensões. O chefe da CGU, Alessandro Stefanutto, foi afastado e demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As investigações revelaram que os descontos, que totalizam R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, foram aplicados sem autorização dos beneficiários.
Os descontos eram feitos como se os aposentados fossem membros de associações, mesmo sem terem consentido. Após a operação, o governo suspendeu todos os acordos que previam descontos nas aposentadorias. A ministra destacou que a transparência no processo é uma prioridade do governo, e que a ação é um combate a um crime de lesa pátria, visando proteger os mais vulneráveis.
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