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Médico é preso por suspeita de envenenar e matar a esposa em Ribeirão Preto

Médico é preso por suspeita de envenenar a esposa; investigação também apura morte de irmã com características semelhantes.

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Luiz Antonio Garnica, um médico de 38 anos, foi preso sob suspeita de envenenar sua esposa, Larissa Rodrigues, que morreu em março. A polícia encontrou chumbinho no corpo dela e investiga também a possível participação da mãe de Garnica no crime. Recentemente, foram apreendidos os celulares de Garnica e sua mãe, Elizabete Arrabaça, de 67 anos, que também foi detida. A defesa de Garnica afirma que a prisão é ilegal e que ele não teve envolvimento na morte da esposa. A polícia está analisando a morte de uma irmã do médico, que ocorreu em fevereiro, para verificar se há relação com o caso. Garnica e Larissa estavam juntos há 18 anos, mas a relação estava em crise, e ele mantinha um relacionamento extraconjugal. Após a morte de Larissa, Garnica fez várias homenagens a ela nas redes sociais, o que gerou estranheza entre amigos e familiares. A polícia acredita que o veneno foi administrado aos poucos e que a sogra de Garnica pode estar envolvida. A investigação continua, e os celulares apreendidos serão analisados para entender melhor o que aconteceu.

Luiz Antonio Garnica, de 38 anos, foi preso em Ribeirão Preto (SP) sob suspeita de envenenar sua esposa, Larissa Rodrigues, de 37 anos, que faleceu em março. A polícia investiga também a possível participação de sua mãe, Elizabete Arrabaça, de 67 anos, no crime.

O laudo toxicológico revelou a presença de chumbinho, um raticida, no organismo de Larissa. A prisão de Garnica ocorreu na terça-feira (6) em sua clínica, enquanto sua mãe foi detida em casa. Ambos estão sob prisão temporária de 30 dias. A defesa alega que a detenção é ilegal e que o médico não teve participação na morte da esposa.

As investigações se intensificaram após a apreensão de celulares de Garnica e de sua mãe. A polícia também analisa a morte de Natália Garnica, irmã do médico, ocorrida em fevereiro, que apresenta características semelhantes. O delegado Fernando Bravo afirmou que há indícios de que o veneno foi administrado aos poucos.

Garnica, conhecido na região por sua atuação na medicina esportiva, mantinha um relacionamento extraconjugal, que foi descoberto por Larissa pouco antes de sua morte. A amante do médico, que também é alvo da investigação, confirmou que passou a noite anterior à morte de Larissa com ele.

A defesa de Garnica ainda não se manifestou sobre a audiência de custódia, enquanto o advogado de sua mãe planeja solicitar um habeas corpus, alegando problemas de saúde da idosa. A polícia continua a investigar o caso, buscando esclarecer todos os detalhes em torno das mortes.

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