Robert Francis Prevost, que foi nomeado papa Leão XIV, tem enfrentado sérias acusações relacionadas a abusos sexuais por parte de clérigos. Durante seu tempo como provincial em Chicago, um padre condenado por abusos permaneceu em funções, o que gerou controvérsia. Mais recentemente, enquanto liderava a diocese de Chiclayo, no Peru, surgiram alegações de que a diocese pagou 150 mil dólares a três meninas para que não falassem sobre abusos sexuais. Essas meninas afirmaram que Prevost encobriu os abusos e não investigou adequadamente as denúncias. A diocese negou essas acusações, dizendo que Prevost seguiu os procedimentos corretos e incentivou as vítimas a denunciarem o caso às autoridades civis. No entanto, as novas alegações levantaram questões sobre a condução do caso e o possível encobrimento.
Robert Francis Prevost, nomeado papa Leão XIV em 8 de maio de 2025, enfrenta novas controvérsias relacionadas a abusos sexuais clericais. Durante seu tempo como provincial da Província Agostiniana de Chicago, um padre condenado por abuso permaneceu em funções, o que gerou críticas à sua gestão.
Recentemente, surgiram alegações de que a diocese de Chiclayo, sob a liderança de Prevost, pagou 150 mil dólares a três meninas para silenciá-las sobre abusos sexuais. As acusações levantam questões sobre possíveis encobrimentos e a condução inadequada das investigações.
As alegações de abuso surgiram em abril de 2022, durante o mandato de Prevost como bispo. Dois padres foram acusados de molestar as meninas, e alguns acusadores afirmam que Prevost não investigou adequadamente as denúncias. A diocese, por sua vez, defende que ele seguiu os procedimentos corretos e que uma investigação canônica foi aberta.
As meninas, descritas como críticas de longa data de Prevost, alegaram que ele encobriu os abusos. O escândalo foi amplamente noticiado, incluindo uma reportagem de televisão nacional que destacou as experiências das vítimas. A diocese nega as acusações de encobrimento e afirma que Prevost atendeu pessoalmente as vítimas e incentivou que procurassem as autoridades civis.
As investigações sobre o caso continuam, e a situação permanece sob escrutínio público. A defesa de Prevost e as alegações de encobrimento geram um debate intenso sobre a responsabilidade da Igreja Católica em casos de abuso sexual.
Entre na conversa da comunidade