A Polícia Judiciária de Portugal prendeu 13 pessoas, a maioria brasileiras, por envolvimento em um esquema de imigração ilegal e lavagem de dinheiro. Entre os detidos estão empresários, uma advogada e uma funcionária do governo. O grupo prometia regularização para estrangeiros em troca de altos pagamentos, oferecendo serviços como contratos de trabalho e abertura de contas bancárias. A operação, chamada “Gambérria”, resultou na apreensão de cerca de € 1 milhão em dinheiro, além de documentos, equipamentos e 11 veículos. Também foram congeladas 35 contas bancárias e apreendidos seis imóveis. A investigação, que durou dois anos, revelou que muitos imigrantes estavam registrados como residentes em Portugal, mas viviam em outros países. A operação contou com a participação de cerca de 200 funcionários da PJ e autoridades judiciais.
A Polícia Judiciária (PJ) de Portugal desmantelou um grupo criminoso que facilitava a imigração ilegal e a lavagem de dinheiro. A operação, batizada de “Gambérria”, resultou na detenção de 13 pessoas, incluindo empresários e uma funcionária do governo. As prisões ocorreram em várias cidades do país.
O grupo, composto em sua maioria por brasileiros, também incluía portugueses e indivíduos de países do subcontinente indiano. Os suspeitos, com idades entre 26 e 64 anos, atraíam imigrantes com promessas de trabalho e regularização em Portugal. Os estrangeiros pagavam altos valores por serviços como obtenção de contratos de trabalho e números de identificação fiscal.
Durante a operação, a PJ apreendeu cerca de € 1 milhão (R$ 6,4 milhões) em espécie, além de 35 contas bancárias congeladas e seis imóveis. Também foram encontrados documentos utilizados em processos de legalização irregular e equipamentos informáticos. O grupo é investigado por faturar milhões com a legalização massiva de estrangeiros.
A investigação teve início há dois anos e revelou que muitos imigrantes que obtiveram regularização estavam, na verdade, residindo em outros países. A operação contou com a participação de cerca de 200 funcionários da PJ, juízes e representantes da Ordem dos Advogados, que realizaram 40 buscas em Lisboa e em outras cidades.
Entre na conversa da comunidade