El Funky, um rapper cubano, ficou famoso por sua participação na música “Patria y Vida”, que se tornou um símbolo de protesto contra o governo de Cuba em 2021. Recentemente, ele recebeu a notícia de que sua solicitação de Residência Permanente nos Estados Unidos foi rejeitada devido a antecedentes criminais, o que pode levá-lo à deportação para Cuba, onde sua vida estaria em risco. Ele foi avisado de que tem 30 dias para deixar os EUA. El Funky, que saiu de Cuba sob condições severas, expressou seu medo de retornar, afirmando que isso seria como um “suicídio”. Ele tem um histórico de ativismo contra o governo cubano e teme que, se deportado, possa ser preso novamente, assim como outros artistas que enfrentaram a repressão em Cuba. A situação gerou apoio entre a comunidade cubana no exílio, que se preocupa com a segurança do rapper.
El Funky, rapper cubano, enfrenta a possibilidade de deportação para Cuba após o governo dos Estados Unidos rejeitar sua solicitação de Residência Permanente. A decisão foi comunicada ao artista em um documento do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) no dia trinta de abril. O motivo da rejeição foram antecedentes penais relacionados a uma condenação em Cuba por posse de maconha.
O rapper, que se destacou na canção “Patria y Vida”, um hino de protesto contra o regime cubano, expressou sua preocupação com a possibilidade de retornar a um país onde sua vida estaria em risco. “Saber que pude sair de esse inferno e só pensar em que possa regresar me faz sentir bastante mal”, afirmou El Funky. Ele teme que, ao voltar, possa ser alvo de novas acusações fabricadas pelo governo cubano.
El Funky chegou aos Estados Unidos em 2021, sob condições restritivas, e desde então se tornou uma voz importante na luta contra a repressão em Cuba. Outros artistas, como Maykel Osorbo, também enfrentam situações semelhantes, permanecendo presos em Cuba por suas opiniões políticas. O rapper acredita que sua deportação seria um “suicídio”, dada a situação dos opositores no país.
A comunidade cubana no exílio demonstrou solidariedade a El Funky, que espera apoio para reverter a decisão. Ele destacou que sua intenção ao chegar aos Estados Unidos era focar em sua música e continuar sua luta artística. A situação do rapper reflete um contexto mais amplo de deportações que afetam muitos cubanos que buscam segurança e liberdade fora da ilha.
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