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Gloria von Thurn und Taxis transforma legado em responsabilidade após morte do marido

Gloria von Thurn und Taxis critica a divisão na Igreja Católica e destaca a urgência de restaurar a fé após a eleição do Papa León XIV.

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Gloria von Thurn und Taxis, uma aristocrata alemã de 62 anos, ficou famosa por sua vida de festas ao lado do marido, Johannes, até sua morte em 1990, que a deixou com grandes dívidas. Recentemente, ela comentou sobre a Igreja Católica, criticando a divisão entre conservadores e progressistas e a eleição do Papa León XIV. Gloria acredita que o principal desafio da Igreja é restaurar a fé, pois muitas pessoas já não se importam mais com a religião. Ela se considera conservadora e se opõe a temas como o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Gloria também expressou ceticismo sobre as mudanças feitas pelo Papa Francisco, afirmando que ele não conseguiu implementar mudanças significativas. Ela se prepara para ir a Roma para a primeira missa do novo Papa.

Gloria von Thurn und Taxis, aristocrata alemã de 62 anos, destacou-se por sua vida de festas ao lado do marido, Johannes, até sua morte em 1990, que a deixou com dívidas significativas. Recentemente, ela criticou a divisão na Igreja Católica, abordando a eleição do Papa León XIV e a necessidade de restaurar a fé na instituição.

Após a morte do marido, Gloria assumiu a gestão de um vasto legado cultural, enfrentando uma crise financeira. A aristocrata, que vive em um palácio em Ratisbona, transformou sua vida ao vender propriedades e leiloar bens valiosos, incluindo uma diadema com 212 pérolas e quase 2 mil diamantes. Durante esse período, ela se reconectou com a fé católica, realizando peregrinações e intensificando suas práticas religiosas.

Críticas à Igreja

Gloria, que se considera “muito conservadora”, expressou sua visão sobre a Igreja, afirmando que a divisão entre conservadores e progressistas sempre existiu. Ela se opõe à ordenação de mulheres, ao aborto e ao casamento igualitário. Para ela, o principal desafio do novo Papa é restaurar a fé entre os fiéis, especialmente na Alemanha e na Itália, onde a participação nas missas tem diminuído.

A aristocrata também comentou sobre a situação financeira do Vaticano, afirmando que a Igreja enfrenta problemas econômicos graves. Ela acredita que as tentativas de mudança do Papa Francisco não foram efetivas e que seu legado pode não perdurar. Gloria se mostrou cética em relação à rapidez do cónclave que elegeu León XIV, mas expressou interesse em participar da primeira missa do novo Papa em São Pedro.

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