Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo de Pernambuco enfrenta crise com Assembleia por atrasos em emendas impositivas

Tensões entre o governo de Raquel Lyra e a Assembleia Legislativa de Pernambuco aumentam com proposta de emendas impositivas e atrasos de pagamentos.

0:00
Carregando...
0:00

O governo de Raquel Lyra em Pernambuco enfrenta problemas com a Assembleia Legislativa, especialmente após a eleição de Álvaro Porto como presidente. Recentemente, uma proposta para aumentar as emendas impositivas de 0,8% para 2% da receita corrente líquida gerou tensões, com atrasos nos pagamentos das emendas de 2024. A proposta, que poderia aumentar o valor das emendas para mais de R$ 750 milhões em 2026, foi apresentada por um deputado opositor e teve apoio do presidente da Assembleia. Nos bastidores, deputados afirmam que essa movimentação é uma resposta ao governo, que não pagou todas as emendas de 2024. O governo tentou barrar a votação da proposta, mas a insatisfação entre os deputados cresce, especialmente com a aproximação das eleições de 2026. Além disso, a falta de um gestor em Fernando de Noronha, devido à não votação de uma indicação, também é um reflexo da crise entre os poderes. O secretário da Casa Civil afirmou que problemas na elaboração das emendas dificultaram os pagamentos, mas os deputados estão preocupados com os atrasos. Em uma tentativa de melhorar a relação, a Assembleia aprovou um projeto que permite ao governo contrair um empréstimo de R$ 1,5 bilhão, mas a governadora e o presidente da Assembleia continuam em um jogo de cobranças sobre as emendas.

O governo de Pernambuco enfrenta uma nova crise com a Assembleia Legislativa, marcada por atrasos nos pagamentos de emendas e uma proposta de aumento das emendas impositivas. Desde a eleição de Álvaro Porto como presidente da Casa, as tensões entre o Executivo e o Legislativo se intensificaram.

Recentemente, o deputado Alberto Feitosa apresentou uma proposta para elevar o percentual das emendas impositivas de 0,8% para 2% da receita corrente líquida, o que poderia resultar em mais de R$ 750 milhões em emendas para o próximo ano. A proposta, que deve ser aplicada em 2026, teve o apoio de Porto e é vista como uma retaliação ao governo, que não teria cumprido com os pagamentos das emendas de 2024.

Os deputados expressaram preocupação com os R$ 74 milhões pendentes de pagamento, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando. O secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, alegou que problemas na elaboração das emendas dificultaram os pagamentos, mas não apresentou comprovações que respaldassem essa afirmação.

A falta de um gestor em Fernando de Noronha também é um reflexo da crise. O arquipélago está sem um administrador titular desde o final de janeiro, devido à ausência de votação da indicação do novo gestor. A Assembleia ainda não avançou na sabatina necessária para a nomeação.

Em uma tentativa de amenizar a situação, a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça aprovou um projeto que permite ao governo contrair um empréstimo de R$ 1,5 bilhão. A governadora Raquel Lyra destacou a importância desse financiamento para áreas como saúde e segurança, enquanto Porto cobrou publicamente o pagamento das emendas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais