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MST busca apoio de políticos para aumentar verba de reforma agrária em São Paulo

MST pede aumento de verba para reforma agrária de R$ 400 milhões para R$ 1 bilhão, visando assentar 65 mil famílias em evento em São Paulo.

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Durante a Feira Nacional da Reforma Agrária em São Paulo, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pediu ao governo federal que aumente a verba para a compra de terras de R$ 400 milhões para R$ 1 bilhão, com o objetivo de assentar 65 mil famílias. A coordenadora do MST, Débora Nunes, destacou que existem 120 mil famílias acampadas, sendo que 65 mil estão esperando por mais de 20 anos. O MST acredita que com R$ 100 milhões é possível assentar cerca de 4.000 famílias. O movimento também organizou um evento com parlamentares para discutir essa demanda. A feira, que oferece mais de 500 toneladas de alimentos, mostra como as famílias que têm terras podem produzir e contribuir para a geração de trabalho e renda em um país onde muitas pessoas ainda passam fome.

Lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estão buscando apoio político durante a Feira Nacional da Reforma Agrária, que ocorre em São Paulo de quinta-feira (8) a domingo (11). O objetivo é aumentar a verba federal para aquisição de terras de R$ 400 milhões para R$ 1 bilhão, visando assentar 65 mil famílias.

A coordenadora nacional do MST, Débora Nunes, destacou a necessidade de recursos para a compra de imóveis e instalação de assentamentos. “Temos 120 mil famílias acampadas, sendo 65 mil há mais de 20 anos”, afirmou. Segundo o movimento, com R$ 100 milhões é possível assentar, em média, quatro mil famílias.

O MST planeja fazer um apelo durante um café com parlamentares nesta sexta-feira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e outros ministros do governo Lula, como Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), são esperados no evento.

A feira, realizada no Parque da Água Branca, oferece mais de 500 toneladas de alimentos, incluindo frutas, legumes e pratos regionais. Débora Nunes ressaltou que a reforma agrária é essencial para a produção de alimentos saudáveis e a geração de trabalho e renda, em um país onde milhões ainda passam fome.

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