Tatu City, a primeira cidade privada do leste da África, está crescendo e atraindo investimentos, mas enfrenta problemas com corrupção. O diretor da Rendeavour, Preston Mendenhall, denunciou tentativas de extorsão por políticos, incluindo um governador que exigiu terrenos avaliados em US$ 33 milhões. Mendenhall decidiu expor publicamente essas tentativas, organizando coletivas de imprensa para falar sobre a extorsão. Ele já enfrentou ações judiciais por difamação, mas acredita que essa abordagem é necessária. Apesar dos desafios, Tatu City continua a se desenvolver, com 25 mil pessoas vivendo ou trabalhando lá, e já conta com infraestrutura como supermercados, clínicas e escolas. A cidade é vista como um modelo de investimento na região, atraindo empresas que buscam um ambiente de negócios estável. Mendenhall se mantém otimista sobre o futuro do Quênia, acreditando que Nairóbi pode se tornar a capital econômica da África.
Tatu City, a primeira cidade privada do leste da África, enfrenta desafios com a corrupção política. O diretor da Rendeavour, Preston Mendenhall, denunciou tentativas de extorsão por políticos locais, incluindo um governador que exigiu terrenos avaliados em US$ 33 milhões.
Com 25 mil pessoas vivendo ou trabalhando em Tatu City, a área de 20 quilômetros quadrados atraiu mais de 100 empresas, como Heineken e Dormans. Os benefícios fiscais são um atrativo, mas a cidade também se tornou alvo de extorsão. Mendenhall relatou que um governador pediu terrenos em troca de licenças de construção.
Mendenhall optou por uma abordagem ousada ao expor publicamente as tentativas de extorsão. Ele organizou coletivas de imprensa para denunciar os políticos, afirmando que eles acreditam que investidores estrangeiros desistiriam do país. “Nós temos uma perspectiva de 50 anos”, disse Mendenhall, que já enfrentou quatro ações judiciais por difamação.
Apesar dos desafios, Tatu City continua a se desenvolver. A cidade já possui um supermercado, uma clínica e duas escolas com 5 mil alunos. Há 2.400 casas construídas e 2.000 em construção, atraindo moradores pela infraestrutura de eletricidade e água. Empresas como Hewa Tele e Cold Solutions elogiam a qualidade das instalações.
Mendenhall reconhece que a corrupção no Quênia é um desafio, mas acredita no potencial econômico do país. “O Quênia é realmente um centro econômico na região”, afirmou. A Rendeavour, que também está construindo cidades em outros países africanos, vê um futuro promissor em Nairóbi, que pode se tornar a capital da África.
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