Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Juiz Diego Câmara enfrenta questionamentos sobre sua atuação em caso do Banco Master

Juiz Diego Câmara não se manifesta sobre possível suspeição em processos envolvendo o ex-ministro Napoleão Nunes Maia Filho, advogado do Banco Master.

0:00
Carregando...
0:00

O juiz Diego Câmara está lidando com um caso na Justiça Federal do DF que envolve uma disputa bilionária entre o Banco Master e o Grupo João Santos sobre direitos creditórios. Câmara já trabalhou como auxiliar do ex-ministro Napoleão Nunes Maia Filho, que agora é advogado do banco na ação. Recentemente, a assessoria de imprensa perguntou a Câmara se ele se declararia suspeito em processos que envolvem o ex-ministro, mas ele não quis comentar. A disputa judicial também está em andamento no STJ, onde se discute se o caso deve ser julgado na Justiça Federal ou na Justiça estadual de Pernambuco, onde o Grupo João Santos está em recuperação judicial. O banco argumenta que a transação ocorreu antes da recuperação e, por isso, o caso deve ser tratado no DF. A outra parte acredita que a operação pode impactar a recuperação judicial e deve ser analisada na Justiça comum.

O juiz Diego Câmara, da Justiça Federal do Distrito Federal, está à frente de um processo envolvendo o Banco Master e o Grupo João Santos, que discute uma disputa bilionária sobre direitos creditórios. Câmara atuou como auxiliar do ex-ministro Napoleão Nunes Maia Filho, advogado do banco na ação.

A última decisão de Câmara, datada de janeiro, deu andamento ao processo. A disputa gira em torno da cessão de direitos creditórios, que são créditos a receber. O ex-ministro se aposentou em 2020 e começou a advogar para o Banco Master em abril de 2023.

Câmara não se manifestou sobre sua possível suspeição em processos que envolvem o ex-ministro. A assessoria de imprensa da Seção Judiciária do DF informou que o juiz foi consultado, mas optou por não comentar. O caso também está sendo analisado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deve decidir onde o processo deve tramitar: na Justiça Federal ou na Justiça estadual de Pernambuco.

A questão é complexa, pois em Pernambuco tramita um processo de recuperação judicial do Grupo João Santos. O Banco Master argumenta que a transação ocorreu antes da recuperação e, portanto, deve ser julgada no DF. Por outro lado, a defesa do Grupo João Santos afirma que a operação pode impactar a recuperação judicial, o que justifica a tramitação na Justiça comum.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais