Maurício Marinho, ex-chefe de departamento dos Correios, ficou famoso por ter sido flagrado recebendo propina, um episódio que fez parte do escândalo do mensalão no governo Lula. Hoje, com 72 anos, ele vive recluso em Brasília, evita ser fotografado e enfrenta dificuldades financeiras. Marinho, que tinha 27 anos de serviço quando a gravação foi divulgada, não conseguiu se recolocar no mercado de trabalho após ser demitido. Ele tentou abrir uma empresa de consultoria e trabalhou como professor, mas não teve sucesso. Atualmente, se mantém com uma aposentadoria do INSS, frequenta uma igreja evangélica e vai à academia três vezes por semana, enquanto lida com as consequências de seu passado e critica o governo Lula nas redes sociais.
Maurício Marinho, ex-chefe de departamento dos Correios, vive recluso em Brasília, aos 72 anos, após se tornar um símbolo do escândalo do mensalão. Em 2005, ele foi flagrado embolsando propina, um episódio que teve grande repercussão na mídia e que expôs um esquema de corrupção durante o governo Lula.
Atualmente, Marinho evita sair de casa e se mantém longe das janelas de seu apartamento, temendo ser fotografado. Ele enfrenta dificuldades financeiras e vive com a aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sua rotina é limitada a atividades religiosas e idas à academia, onde frequenta três vezes por semana.
Após o escândalo, Marinho tentou abrir uma empresa de consultoria, mas não obteve clientes. Em 2013, ele foi contratado como professor em uma faculdade privada, que fechou pouco tempo depois. Ao longo dos últimos vinte anos, o ex-servidor enfrentou mais de 20 processos judiciais.
Marinho se apresenta nas redes sociais como professor de Raciocínio Lógico Matemático (RLM) e compartilha mensagens religiosas e críticas ao governo Lula. Ele descreve seu ato de aceitar propina como um “ato impensado” e se considera preso a uma “condenação perpétua”, mesmo sem ter sido julgado.
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