O Partido dos Trabalhadores (PT) vai lançar um curso online gratuito chamado “Fé e Democracia para Evangélicos e Evangélicas”. O objetivo é melhorar a comunicação do partido com os evangélicos, que têm se mostrado resistentes ao PT e votado em candidatos conservadores. O curso, que terá duração de um mês com encontros semanais, é organizado pela Fundação Perseu Abramo e busca combater a desinformação e incentivar o engajamento social. A iniciativa surge em um momento em que a desaprovação do governo Lula entre evangélicos aumentou, passando de 26% para 48% em poucos meses. O presidente Lula já havia falado sobre a importância de dialogar com esse público, reconhecendo seus valores comunitários e familiares.
O Partido dos Trabalhadores (PT) lançará um curso online gratuito chamado “Fé e Democracia para Evangélicos e Evangélicas” nesta semana. A iniciativa, promovida pela Fundação Perseu Abramo (FPA), visa melhorar a comunicação com o eleitorado evangélico, que historicamente tem se mostrado resistente ao partido.
O curso terá duração de um mês e contará com encontros semanais. A proposta busca combater a desinformação e incentivar o engajamento social, além de destacar o impacto positivo das políticas públicas na vida das comunidades de fé. A FPA afirma que a iniciativa é essencial para dialogar com um segmento que representa uma parte significativa da população brasileira.
A estratégia do PT surge em um contexto de crescente desaprovação do governo Lula entre evangélicos. Uma pesquisa do Datafolha revelou que a avaliação negativa do governo entre esse público aumentou de 26% em dezembro de 2024 para 48% em fevereiro de 2025. Para o cientista político Vinícius do Vale, a proposta do PT é um reconhecimento dos desafios que a esquerda enfrenta nesse segmento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia manifestado a necessidade de se aproximar dos evangélicos. Em um discurso, ele questionou se o partido estava conseguindo comunicar o que o povo deseja ouvir. Lula ressaltou a importância de entender os valores comunitários e familiares desse público, afirmando que muitos evangélicos são trabalhadores que reconhecem o papel das igrejas em suas vidas.
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