Roberto Jefferson, ex-deputado federal, deixou o Hospital Samaritano no Rio de Janeiro, onde estava internado há quase dois anos. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 9 anos e um mês de prisão por incitar a população a invadir o Senado e atacar senadores, além de defender a explosão do Tribunal Superior Eleitoral. Agora, ele está em prisão domiciliar humanitária por problemas de saúde, com restrições como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de redes sociais. O ministro Alexandre de Moraes autorizou essa mudança devido à idade de Jefferson, que tem 71 anos, e à gravidade de sua saúde. Ele deve permanecer em Comendador Levy Gasparian, no Rio, e não pode receber visitas, exceto de advogados e familiares. O advogado de Jefferson argumenta que ele não tem condições de voltar ao presídio devido à sua saúde debilitada.
O ex-deputado federal Roberto Jefferson deixou o Hospital Samaritano no Rio de Janeiro neste domingo, 11. Ele cumpria pena há quase dois anos e foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 9 anos e 1 mês de prisão em regime fechado por incitação ao crime e outros delitos.
Jefferson, que incentivou a invasão do Senado e a explosão do Tribunal Superior Eleitoral, agora está em prisão domiciliar humanitária devido a problemas de saúde. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, que considerou a idade de 71 anos e a necessidade de tratamento específico.
Na decisão, Moraes destacou que a grave situação de saúde de Jefferson, comprovada nos autos, justifica a concessão da prisão domiciliar. Ele deve permanecer em Comendador Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, e seguirá medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de redes sociais.
O advogado de Jefferson, João Pedro Barreto, argumenta que o ex-deputado não tem condições de saúde para retornar ao presídio de Bangu 8. Ele afirmou que, apesar dos antecedentes, Jefferson poderia já ter direito à progressão de pena, considerando sua condição de saúde e idade.
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