A Atricon pediu auditorias nas folhas de pagamento de aposentados e pensionistas em Regimes Próprios de Previdência (RPPS) em todo o Brasil, após fraudes no INSS. O Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP), liderado pelo conselheiro Marco Bertaiolli, começou uma investigação sobre descontos na folha de pagamento, que totalizam R$ 26,8 milhões, sendo que R$ 10,4 milhões não têm explicação. Bertaiolli solicitou informações à São Paulo Previdência (SPPREV) sobre esses descontos e espera concluir a auditoria em 30 a 45 dias.
A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) solicitou auditorias nas folhas de pagamento de aposentados e pensionistas em Institutos e Regimes Próprios de Previdência (RPPS) em todo o Brasil. A medida foi tomada em resposta a fraudes identificadas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a uma investigação do Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP).
O TCE-SP, sob a supervisão do conselheiro Marco Bertaiolli, iniciou uma auditoria para examinar descontos na folha de pagamento, que totalizam R$ 26,8 milhões. Deste montante, R$ 16,4 milhões referem-se a créditos consignados, enquanto R$ 10,4 milhões não têm especificação. Bertaiolli enviou um ofício à São Paulo Previdência (SPPREV) solicitando informações detalhadas sobre todos os descontos realizados.
“O controle externo no Brasil é fundamental para a democracia e para a boa aplicação do recurso público”, afirmou Bertaiolli. Ele prevê que a auditoria será concluída em um prazo de 30 a 45 dias. A Atricon expressou preocupações sobre a possibilidade de fraudes semelhantes ocorrendo em RPPS de estados e municípios, reforçando a necessidade de uma fiscalização rigorosa.
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