O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a Controladoria-Geral da União (CGU) por ter enviado o caso de fraudes em aposentadorias e pensões do INSS para a Polícia Federal. Ele afirmou que a CGU agiu corretamente, assim como fez quando era prefeito de São Paulo, ao não tratar as investigações internamente. Por outro lado, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a demora do governo em agir e disse que a CGU falhou ao não alertar sobre as fraudes logo no início das apurações. Ele acredita que o governo perdeu a oportunidade de resolver o problema mais cedo. Haddad, por sua vez, elogiou o trabalho da CGU e do ministro Vinícius Carvalho, destacando a importância da Polícia Federal na investigação.
O governo federal enfrenta um escândalo de fraudes em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A Controladoria-Geral da União (CGU) foi criticada por sua atuação inicial, mas o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a entrega do caso à Polícia Federal (PF).
Haddad afirmou que a CGU agiu corretamente ao encaminhar as investigações à PF, que possui a experiência necessária para lidar com a situação. Ele comparou a decisão com sua experiência anterior como prefeito de São Paulo, onde também optou por não tratar escândalos internamente. “A PF tem experiência necessária para saber qual o procedimento a adotar”, disse.
Por outro lado, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a demora do governo em agir. Ele acredita que a CGU falhou ao não alertar sobre as fraudes assim que as primeiras apurações surgiram. “Deixamos passar dois anos, período no qual mais pessoas foram lesadas”, afirmou Costa, ressaltando que a função da CGU deveria ser preventiva.
Haddad, em defesa do ministro da CGU, Vinicius Carvalho, expressou confiança no trabalho da Controladoria e na PF. Ele destacou a importância de ambos os órgãos na apuração das fraudes e na proteção dos direitos dos cidadãos.
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