O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, anunciou que o governo vai trabalhar em uma proposta para proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A ministra da Educação, Erica Stanford, ficará responsável por elaborar um relatório com opções para essa legislação. Luxon expressou preocupação com os danos que as redes sociais podem causar aos jovens, como bullying e vício. O Partido Nacional, de Luxon, já apresentou um projeto de lei para implementar essas restrições, que precisa ser aprovado pelo parlamento. A Nova Zelândia está seguindo o exemplo da Austrália, que já proibiu menores de 16 anos de criar contas em redes sociais. Se a proposta for aprovada, as novas regras podem entrar em vigor antes das eleições de 2026.
O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, anunciou que o governo está considerando uma proposta para proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A iniciativa será parte do programa de trabalho do governo e visa proteger os jovens dos danos causados por essas plataformas. Luxon expressou preocupação com o bullying, o conteúdo prejudicial e o vício em redes sociais.
A ministra da Educação, Erica Stanford, liderará a elaboração de um relatório sobre as opções legislativas. Ela trabalhará em conjunto com outros membros do governo para explorar as melhores formas de implementar as restrições. Luxon destacou que essa proposta é uma resposta a preocupações crescentes sobre os efeitos negativos das redes sociais na juventude.
Na semana passada, o Partido Nacional, liderado por Luxon, apresentou um projeto de lei aos membros da coalizão governista. Para que a proposta se torne lei, será necessário o apoio dos partidos de coalizão ou da oposição. A Nova Zelândia busca seguir o exemplo da Austrália, que no final do ano passado aprovou uma legislação semelhante, proibindo menores de 16 anos de criar contas em plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat e TikTok.
Outros países, como Reino Unido, União Europeia, Canadá e alguns estados dos Estados Unidos, também estão avaliando legislações sobre o tema. Caso a proposta seja aprovada, as novas regras podem entrar em vigor antes das eleições de 2026, conforme informado por Stanford à Rádio Nova Zelândia.
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