Peter Fitzek, que se autodenomina “rei” da Alemanha, foi preso junto com três líderes do seu grupo, os Reichsbürger, que tentavam derrubar o governo. A operação contou com cerca de 800 policiais e ocorreu em sete estados. O governo alemão baniu o grupo por criar um Estado paralelo e por atividades criminosas. Fitzek, que já se coroou em 2012 e tem uma ideologia que rejeita as leis da Alemanha, foi acusado de financiar o grupo através de estruturas econômicas ilegais. Os Reichsbürger, que têm suas próprias moedas e documentos, são vistos como uma ameaça crescente, com cerca de 25.000 membros no país, muitos dos quais são considerados extremistas de direita. Em 2022, houve prisões de pessoas do grupo por planejar um golpe de Estado. A polícia considera que cerca de 2.500 membros podem ser violentos.
Peter Fitzek, autoproclamado “rei” do movimento Reichsbürger, foi preso junto a três líderes do grupo em uma operação que mobilizou cerca de 800 policiais em sete estados da Alemanha. O governo alemão baniu a organização por tentar derrubar o Estado e por atividades criminosas.
O movimento, que busca estabelecer um Estado paralelo e conta com aproximadamente 25 mil membros, é considerado uma ameaça crescente pelas autoridades. O ministro do Interior, Alexander Dobrindt, afirmou que o grupo tenta “minar o Estado de direito” e promove narrativas conspiratórias antissemitas para justificar suas ações.
Fitzek, de cinquenta e nove anos, já havia se autoproclamado “rei” em 2012, quando se coroou em uma cerimônia vestindo roupas medievais. Desde então, ele adquiriu propriedades e criou uma estrutura própria, incluindo moeda e documentos de identidade fictícios. O grupo também é acusado de financiar suas atividades por meio de “estruturas criminosas econômicas”.
A operação de prisão ocorreu após anos de investigações sobre as atividades do grupo, que inclui planos de golpe e resistência a autoridades. Em 2022, dezenas de membros foram detidos por tentativas de derrubar o governo, incluindo um plano para sequestrar o ministro da Saúde. As forças de segurança consideram que cerca de 2,5 mil membros do movimento são potencialmente violentos.
A proibição do Reichsbürger marca um passo significativo na luta do governo alemão contra a extrema direita, que tem ganhado força nos últimos anos. A fiscalização sobre o movimento se intensificou, refletindo a preocupação com a radicalização e a possibilidade de atos violentos.
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