O desmatamento na Amazônia aumentou 55% em abril de 2025 em comparação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 270 km² devastados. O governo, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, está preocupado e discute ações para reverter essa situação, já que a redução do desmatamento é uma prioridade. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram que, de agosto de 2024 a abril de 2025, foram desmatados 2.542 km², apenas 5% a menos do que no período anterior. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que a alta em abril acendeu um alerta e que medidas estão sendo discutidas por 19 ministérios. Apesar do aumento, as autoridades acreditam que a situação está sob controle, pois houve uma queda significativa nos últimos dois anos. No Cerrado, o desmatamento em abril foi ainda maior, com 690 km², mas houve uma redução de 25% no total acumulado desde agosto. Marina Silva também anunciou planos de combate ao desmatamento em outros biomas, como o Pampa e a Mata Atlântica.
BRASÍLIA – O desmatamento na Amazônia aumentou 55% em abril de 2025 em comparação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 270 km² devastados. O governo federal, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, está em alerta e discute medidas para reverter essa alta.
Os dados foram divulgados pelo sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora o desmatamento por meio de alertas rápidos. Em abril de 2024, a área desmatada foi de 174 km². A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou que a situação é preocupante, mas que as ações para conter o desmatamento estão sendo discutidas por 19 ministérios.
Além do aumento na Amazônia, o Cerrado também apresenta preocupações. Em abril de 2025, foram desmatados 690 km², um aumento em relação aos 547,25 km² do mesmo mês do ano passado. Apesar disso, no período acumulado de agosto de 2024 a abril de 2025, houve uma queda de 25% no desmatamento no Cerrado.
A ministra anunciou a criação de planos de combate ao desmatamento nos biomas do Pampa e da Mata Atlântica, marcando a primeira vez que o Brasil terá uma estratégia de combate ao desmate para todos os biomas. O Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, acredita que os índices dos próximos meses podem trazer resultados positivos.
O Secretário Extraordinário de Controle dos Desmatamentos, André Lima, destacou que o aumento pode ser um pico temporário, mas que é necessário um esforço maior para manter a redução do desmatamento. Ele comparou a situação a um processo de emagrecimento, onde os primeiros resultados são mais fáceis, mas a manutenção exige mais esforço.
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