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Erika Hilton critica a “esquerda burra” e defende unidade no campo progressista

Erika Hilton critica a "esquerda burra" e defende unidade no campo progressista em entrevista ao Valor Econômico.

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A deputada federal Erika Hilton, do PSOL-SP, criticou a “esquerda burra” em uma entrevista ao Valor Econômico, afirmando que essa corrente política tenta combater pessoas com potencial por causa de disputas internas. Ela se sente alvo de críticas, inclusive de colegas do seu próprio partido, que a veem como uma ameaça. Hilton, que tem mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, acredita que a esquerda precisa de mais unidade e uma nova forma de se comunicar. Ela defende que a política deve ser mais acessível e refletir a cultura das pessoas, e não ser vista como algo distante. A deputada, que é mulher trans e atua em várias questões sociais, mencionou que sua presença na política pode inspirar jovens de comunidades marginalizadas a se interessarem mais pelo assunto.

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) criticou a “esquerda burra” em entrevista ao jornal Valor Econômico. Ela afirmou que esse grupo combate pessoas com potencial, pois todos desejam um espaço para si. Hilton, que possui mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, relatou ser vista como uma ameaça por colegas do próprio partido.

A parlamentar, que é mulher negra e travesti, destacou que enfrenta críticas constantes, muitas vezes motivadas por “recalque e inveja”. Segundo ela, sua presença no cenário político incomoda alguns, que preferem manter práticas tradicionais, como reuniões extensas que não resultam em ações efetivas. Hilton se vê como uma inspiração para alguns, mas também como um alvo a ser combatido por outros.

Unidade e Nova Linguagem

Hilton defendeu a necessidade de unidade e uma nova linguagem estética no campo progressista. Ela propôs a criação de uma rede de apoio entre os colegas, ao invés de um ambiente de desprezo e competição. A deputada acredita que a política deve ser mais acessível e refletir a cultura das pessoas, incorporando elementos como funk e moda.

Além de suas pautas LGBTQIA+, Hilton também se dedica a questões trabalhistas, como a proposta de fim da escala de trabalho 6×1. Desde seu início na política em 2019, ela busca tornar a política mais inclusiva, especialmente para jovens e grupos marginalizados. Hilton enfatizou que sua atuação visa fazer com que esses grupos se sintam representados e motivados a se engajar na política.

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