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EUA acusam narcotraficantes mexicanos de terrorismo em combate ao fentanilo

Trump faz primeira acusação de terrorismo contra narcotraficantes mexicanos por tráfico de fentanilo, com penas de até 20 anos.

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Donald Trump anunciou a primeira acusação de terrorismo contra narcotraficantes mexicanos, incluindo Pedro Inzunza Noriega e seu filho, por tráfico de fentanilo e lavagem de dinheiro. Eles são acusados de facilitar a entrada da droga nos Estados Unidos e de ajudar no financiamento do Cartel de Sinaloa. Inzunza Noriega, conhecido como Sagitário, e seu filho enfrentam penas severas, que podem chegar a 20 anos de prisão e multas de até 20 milhões de dólares. A procuradora Pam Bondi afirmou que a luta contra o Cartel de Sinaloa precisa de novas estratégias legais. Além dos Inzunza, outros cinco indivíduos também foram acusados, incluindo membros de diferentes nacionalidades. Trump, que assumiu o cargo em janeiro, prometeu combater os cartéis que trazem fentanilo, uma droga que causa muitas mortes nos EUA. Em fevereiro, ele incluiu seis cartéis mexicanos na lista de organizações terroristas. O promotor Adam Gordon, que lidera uma nova unidade contra o narcoterrorismo, acredita que essa acusação é um passo importante na luta contra a violência e a corrupção associadas ao tráfico de drogas. Os Inzunza já estavam sendo monitorados pelo governo dos EUA desde o final de 2023, quando tiveram seus bens congelados. Inzunza Noriega é acusado de coordenar grandes envios de fentanilo e cocaína para os EUA, e sua organização foi responsável por um dos maiores apreensões de fentanilo na história do México.

A luta do governo dos Estados Unidos contra o tráfico de fentanilo ganhou um novo capítulo com a primeira acusação de terrorismo contra narcotraficantes mexicanos. O ex-presidente Donald Trump anunciou os processos contra Pedro Inzunza Noriega e seu filho, Pedro Inzunza Coronel, líderes da organização Beltrán Leyva. Os dois são acusados de tráfico de fentanilo e lavagem de dinheiro, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão.

O promotor federal Adam Gordon, da Califórnia, revelou que os Inzunza, junto a outros cinco acusados, facilitaram a entrada do opiáceo no país e ajudaram a lavar recursos do Cartel de Sinaloa. Inzunza Noriega, de 62 anos, conhecido como “Sagitario”, e seu filho, de 33 anos, apelidado de “Pichón”, enfrentam diversas acusações, incluindo narcoterrorismo.

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, destacou a necessidade de estratégias legais mais eficazes na luta contra o Cartel de Sinaloa. Bondi afirmou que “os dias de impunidade para os narcotraficantes acabaram”. A Justiça busca penas severas, incluindo a prisão perpétua para os acusados de narcoterrorismo.

Além dos Inzunza, outros acusados incluem David Alejandro Heredia Velázquez, Daniel Eduardo Bojórquez, Javier Alonso Vázquez Sánchez, Óscar René González Menéndez e Elías Alberto Quirós Benavides. Trump, que assumiu a presidência em janeiro, prometeu combater os cartéis que trazem fentanilo para os EUA, uma droga que é a principal causa de morte entre pessoas de 18 a 44 anos.

A acusação é parte da operação “Take Back America”, que visa desmantelar redes de narcoterrorismo. Gordon, que lidera a nova unidade de combate ao narcoterrorismo, acredita que a situação é crítica e que a violência e a corrupção podem ameaçar a justiça no país. A unidade foi criada em abril e já planeja novas acusações contra outros narcotraficantes ligados ao Cartel de Sinaloa.

Os Inzunza já eram monitorados pelo governo Biden desde o final de 2023, quando o Departamento do Tesouro os designou como líderes do Beltrán Leyva, congelando seus bens nos EUA. Inzunza Noriega é acusado de coordenar grandes envios de fentanilo e cocaína para o país, com a ajuda de uma rede complexa de rotas de tráfico.

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