Hasan Piker, um influenciador e streamer, foi detido por horas ao voltar para Chicago após uma viagem à França. Ele afirmou que a detenção foi uma tentativa do governo dos EUA de silenciar vozes críticas, especialmente por suas opiniões sobre a Palestina e críticas a Donald Trump. Durante a detenção, ele foi questionado sobre suas visões políticas, mas autoridades negaram que ele tenha sido alvo por suas crenças, chamando a inspeção de rotina. Piker descreveu a situação como estranha, mas cordial, e questionou por que foi perguntado sobre temas como Trump e Hamas. A detenção de Piker ocorre em um contexto de repressão a vozes pró-Palestina nos EUA, onde outros ativistas também enfrentaram problemas semelhantes. O governo afirmou que está apenas cumprindo a lei e não tem uma agenda específica contra opiniões políticas.
Hasan Piker, influenciador e streamer com mais de seis milhões de seguidores, foi detido por horas ao retornar a Chicago, após uma viagem à França. Ele alega que a inspeção foi motivada por suas opiniões políticas, especialmente seu apoio à causa palestina e críticas ao governo dos EUA.
Durante a detenção, Piker afirmou que foi questionado sobre suas visões sobre o Oriente Médio e sobre Donald Trump. Ele acredita que a ação foi uma tentativa do governo de silenciar vozes críticas. No entanto, autoridades negaram que ele tenha sido alvo por suas crenças, classificando a inspeção como “rotineira e legal”.
“É muito óbvio que eles sabiam exatamente quem eu era,” disse Piker em suas redes sociais, descrevendo a conversa como cordial, mas estranha. A oficial do governo, Tricia McLaughlin, acusou Piker de “mentir para ganhar likes,” afirmando que a inspeção poderia ter acontecido com qualquer viajante.
A Customs and Border Protection (CBP) reiterou que seus agentes seguem a lei e não agendas, afirmando que Piker foi liberado assim que a inspeção foi concluída. O streamer questionou por que foi interrogado sobre temas como Trump, Israel e sua proibição de Twitch.
Piker também criticou o governo por criar um “ambiente de medo” para silenciar críticos. Sua detenção ocorre em meio a um aumento de ações contra manifestantes pró-Palestina nos EUA, como o caso de estudantes que foram detidos após expressarem suas opiniões. O governo dos EUA reafirmou seu compromisso com a aplicação das leis de imigração, prometendo agir rapidamente contra aqueles que possam representar riscos à política externa do país.
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