Barbara Zandômenico Perito, uma brasileira, foi acusada pelo ex-namorado italiano, Nunzio Bevilacqua, de fazer parte de uma seita que engravida mulheres para extorquir pensões alimentícias, mas ele não apresentou provas. Após o término do relacionamento, Nunzio fez essas acusações, mesmo com a paternidade confirmada. A defesa de Barbara agora quer que ele seja processado por calúnia e difamação. Recentemente, a Justiça Federal concedeu medidas protetivas a Barbara, que incluem a proibição de Nunzio se aproximar dela e de sua filha. Ele não pode contatá-las e deve manter uma distância mínima de três quilômetros. Barbara nega as acusações e afirma que Nunzio criou uma narrativa absurda. A situação ganhou atenção na mídia italiana, que fez reportagens sobre o caso, mas Nunzio não se manifestou sobre o assunto.
Barbara Zandômenico Perito, uma brasileira, enfrenta acusações infundadas de seu ex-namorado italiano, Nunzio Bevilacqua, que alega que ela faz parte de uma seita que engravida mulheres para extorquir pensões alimentícias. A defesa de Barbara solicitou que Nunzio seja responsabilizado criminalmente por calúnia e difamação. A Justiça Federal já concedeu medidas protetivas a ela.
As acusações de Nunzio ganharam destaque na imprensa italiana, especialmente após uma reportagem da RAI, que misturou imagens turísticas do Brasil com alegações de rituais satânicos. Ele afirmou que a gravidez de Barbara seria resultado de “orgias e ritos satânicos”, o que ela nega veementemente. Barbara, que é professora e descendente de italianos, conheceu Nunzio em 2021, e o relacionamento se tornou complicado após a gravidez.
A defesa de Barbara argumenta que as declarações de Nunzio são absurdas e prejudiciais. O advogado dela, Vitor Poeta, destacou que as acusações atacam não apenas Barbara, mas também instituições como o Ministério Público e a Igreja Católica. Ele enfatizou que Nunzio criou uma narrativa distorcida sobre a situação no Brasil.
A Justiça já impôs restrições a Nunzio, que não pode se aproximar de Barbara ou de seus familiares a uma distância mínima de três quilômetros. Ele também está proibido de contatá-los por qualquer meio. A defesa de Barbara aguarda um novo teste de DNA que poderia esclarecer a paternidade da criança e encerrar as controvérsias. A emissora RAI não respondeu aos pedidos de comentários sobre o caso.
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