Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Georgetown libera pesquisador indiano detido por apoiar direitos palestinos

Juiz federal determina a liberação de Badar Khan Suri, preso por apoiar direitos palestinos, enquanto governo busca sua deportação.

0:00
Carregando...
0:00

Badar Khan Suri, um pesquisador da Georgetown University, foi preso em março por agentes de imigração dos EUA, acusado de apoiar os direitos palestinos e ter laços com o Hamas. Um juiz federal decidiu que sua detenção era ilegal, pois violava seus direitos de liberdade de expressão e devido processo. O governo dos EUA ainda tenta deportá-lo, enquanto outros acadêmicos também estão sendo investigados por apoiar a causa palestina. Suri, que é indiano e estava nos EUA com visto de estudante, foi preso em sua casa na Virgínia. Seus advogados afirmam que ele foi alvo por suas opiniões sobre os direitos palestinos e por ter familiares em Gaza. O juiz não encontrou provas que ligassem Suri ao Hamas. A esposa de Suri, Mapheze Saleh, comentou que seu pai viveu nos EUA por quase 20 anos e trabalhou em projetos de paz em Gaza. A ACLU, que defende Suri, destacou a importância de poder falar sobre a situação na Palestina. Recentemente, outros estudantes, como Mahmoud Khalil da Columbia University e Rumeysa Ozturk da Tufts University, também enfrentaram detenções por motivos semelhantes.

Badar Khan Suri, pesquisador da Georgetown University, foi libertado de um centro de detenção no Texas após ser preso em março por agentes de imigração dos Estados Unidos. Um juiz federal decidiu que sua detenção violava seus direitos de liberdade de expressão e devido processo. O governo, no entanto, ainda busca deportá-lo.

Suri, que estava no país com visto de estudante, foi detido em sua casa na Virgínia. Seus advogados afirmam que ele foi alvo de perseguição por apoiar os direitos palestinos e por ter laços familiares com Gaza. As autoridades americanas o acusam de “espalhar propaganda do Hamas” e de ter “conexões com um conhecido ou suspeito de terrorismo”.

A juíza Patricia Tolliver Giles, responsável pela decisão, refutou as alegações do governo, afirmando que não havia evidências que comprovassem as ligações de Suri com o Hamas. A esposa de Suri, Mapheze Saleh, destacou que seu pai, ex-assessor do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, viveu nos Estados Unidos por quase 20 anos e se dedicou a promover a paz em Gaza.

“Falar sobre o que acontece na Palestina não é crime,” afirmou Saleh, emocionada com a decisão judicial. A American Civil Liberties Union (ACLU) está envolvida na defesa de Suri. O caso dele ocorre em um contexto de investigações semelhantes contra acadêmicos e estudantes nos Estados Unidos, que enfrentam acusações de apoiar atividades consideradas violentas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais