O Ministério da Fazenda negou que Fernando Haddad, seu atual ministro, deixará o cargo em abril de 2026 para concorrer nas eleições. A assessoria de imprensa afirmou que Haddad não é candidato a nada, apesar de rumores sobre um acordo com o presidente Lula. Haddad já declarou em várias entrevistas que não tem interesse em se candidatar em 2026 e que a decisão sobre candidaturas deve ser feita com base no que é melhor para seu partido. Recentemente, surgiram especulações de que ele poderia ser preparado para uma candidatura ao Senado, mas Haddad reafirmou que não está pensando em eleições. A situação sugere que Lula pode estar tentando afastar Haddad do foco político, enquanto se concentra em suas próprias estratégias eleitorais.
BRASÍLIA – O Ministério da Fazenda negou, nesta quarta-feira, 14, que o ministro Fernando Haddad deixará o cargo em abril de 2026 para concorrer nas eleições. A assessoria de imprensa da Pasta afirmou que “o ministro não é candidato a nada”. A declaração foi uma resposta a especulações sobre um possível acerto entre Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Haddad tem reiterado, em diversas entrevistas, que não pretende se candidatar em 2026. Em uma recente conversa com o portal UOL, ele destacou que a prerrogativa para a disputa presidencial é de quem ocupa o cargo, referindo-se a Lula. O ministro também explicou que a decisão sobre candidaturas em seu campo político envolve considerações mais amplas do que apenas interesses pessoais.
Especulações sobre o futuro político de Haddad surgiram após reportagens que sugeriam um acordo com Lula, indicando que ele poderia estar à disposição do Partido dos Trabalhadores (PT) para uma candidatura em um cargo estratégico. No entanto, Haddad negou qualquer intenção de se candidatar, afirmando que “não estou pensando em eleição em 2026, não estou mesmo”.
A situação de Haddad é complexa, pois sua ausência em compromissos internacionais, como uma viagem à China, levanta questões sobre sua posição no governo. Observadores políticos sugerem que Lula pode estar tentando desviar o foco de Haddad, priorizando investimentos e políticas sociais que não estão alinhadas com a agenda do ministro. Essa dinâmica pode enfraquecer a posição de Haddad na Fazenda e abrir espaço para novas candidaturas no futuro.
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