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Polícia Militar mata Thiago da Silva Folly, chefe do tráfico no Complexo da Maré

Confronto no Complexo da Maré resulta na morte de Thiago da Silva Folly, o TH, líder do tráfico, e provoca caos nas principais vias do Rio.

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Thiago da Silva Folly, conhecido como TH, foi morto em uma operação da Polícia Militar no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Ele era considerado um dos principais chefes do tráfico de drogas na região e tinha uma longa ficha criminal, incluindo homicídios e tráfico. A operação, que ocorreu na madrugada, resultou em intensos tiroteios e causou pânico entre os moradores, levando à suspensão de aulas em várias escolas e ao desvio de linhas de ônibus. TH foi encontrado em um esconderijo e, segundo a polícia, estava armado. Dois de seus seguranças também morreram durante o confronto. A ação da PM foi planejada por meses e visava desmantelar o comando do Terceiro Comando Puro, facção criminosa que ele liderava. A morte de TH pode gerar disputas pelo controle do tráfico na área, que é estratégica para o crime organizado.

Thiago da Silva Folly, conhecido como TH, foi morto em uma operação da Polícia Militar na madrugada de 13 de maio de 2025, no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. Ele era apontado como um dos principais líderes do Terceiro Comando Puro (TCP) e estava foragido desde 2016. A operação, que envolveu o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), resultou em intensos confrontos, causando pânico entre os moradores e interrupções nas principais vias da cidade.

A ação da PM foi planejada por oito meses e ocorreu em um esconderijo na comunidade do Timbau, onde TH se refugiava. Durante o confronto, ele foi encontrado com uma pistola e, segundo a polícia, estava acompanhado de pelo menos 30 seguranças, dois dos quais também foram mortos. A operação visava cumprir mandados de prisão e garantir a segurança nas vias próximas ao complexo.

A morte de TH é considerada uma perda estratégica para o TCP, que pode enfrentar uma disputa interna pelo controle do tráfico na região. A tenente-coronel Cláudia Moraes, porta-voz da PM, afirmou que a ausência de TH pode gerar um vácuo de poder, mas a estrutura descentralizada da facção pode dificultar uma sucessão imediata.

Repercussão da Operação

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, manifestou apoio à ação policial em suas redes sociais, afirmando que TH resistiu à prisão e foi “neutralizado”. A declaração gerou polêmica, com reações mistas nas redes sociais, onde alguns parabenizaram a ação e outros criticaram a violência policial.

A operação impactou a rotina da cidade, com interdições na Linha Amarela, Linha Vermelha e Avenida Brasil, afetando 70 linhas de ônibus e levando à suspensão de aulas em 43 escolas da rede municipal e duas da estadual. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também suspendeu atividades.

Moradores relataram um clima de terror e tensão, com relatos de tiros e barricadas. A operação da PM foi uma resposta a um cenário de violência crescente na região, onde o tráfico de drogas e a presença de milícias têm gerado constantes conflitos. A expectativa é que a situação permaneça instável, com a possibilidade de novas disputas pelo controle do tráfico.

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