Um advogado chamado Luís Maurício Martins Gualda foi preso por furtar relógios de luxo em um apart-hotel em Niterói, usando uma máscara realista. O crime aconteceu em fevereiro, e Gualda confessou que foi orientado por Alexandre Ceotto, um empresário que está foragido. A polícia acredita que Ceotto planejou o furto, acreditando que havia US$ 1 milhão no apartamento. Gualda usou um disfarce com terno e luvas para entrar no prédio e arrombar o apartamento, levando oito relógios avaliados em R$ 80 mil. Ele foi identificado através de câmeras de segurança e, após ser encontrado, admitiu o crime e apontou Ceotto como o mandante. A polícia fez buscas na casa de Ceotto, mas ele não foi encontrado. Ambos foram indiciados por furto qualificado, que pode resultar em até 12 anos de prisão.
Um advogado, Luís Maurício Martins Gualda, foi identificado como o autor de um furto em um apart-hotel de luxo em Niterói, ocorrido em fevereiro deste ano. O empresário Alexandre Ceotto é apontado como o mentor do crime. Na manhã de 13 de maio, a Polícia Civil deflagrou a Operação Manto de Engano, cumprindo mandados de busca contra Ceotto, que permanece foragido. Gualda confessou o crime e revelou que Ceotto suspeitava da existência de US$ 1 milhão no apartamento invadido.
As investigações indicam que Gualda utilizou uma máscara de silicone realista, terno e luvas para disfarçar sua identidade. Ele foi flagrado por câmeras de segurança enquanto arrombava o apartamento e furtava oito relógios de luxo, avaliados em R$ 80 mil. O advogado permaneceu no local por cerca de 16 minutos antes de deixar o prédio sem levantar suspeitas.
Após o furto, Gualda se apresentou à polícia e confessou a autoria do crime, apontando Ceotto como o mandante. Segundo seu depoimento, Ceotto, que tinha uma relação de amizade com a vítima, acreditava que havia uma quantia significativa de dinheiro escondida no imóvel. O plano era dividir os bens furtados entre os dois.
A Polícia Civil, que investiga o caso na 76ª DP (Centro), já cumpriu mandados de busca na casa e no escritório de Gualda. O advogado foi exonerado do cargo de assessor do vereador Rogério Amorim na Câmara Municipal do Rio de Janeiro após a repercussão do caso. Ambos os suspeitos foram indiciados por furto qualificado, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão.
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