Um jurado foi removido do julgamento de Erin Patterson, uma mulher australiana acusada de matar três parentes com cogumelos venenosos. O juiz encontrou indícios de que o jurado pode ter discutido o caso fora da sala. Erin, que se declarou inocente, está sendo julgada por assassinato e tentativa de assassinato após um almoço em sua casa em julho de 2023. O jurado foi dispensado após o juiz afirmar que havia uma “possibilidade razoável” de má conduta. Embora não houvesse provas definitivas, o juiz lembrou aos jurados que devem discutir o caso apenas entre eles. O julgamento, que começou há duas semanas em Victoria, conta agora com 14 jurados, e ao final, será reduzido para 12 para decidir o veredicto. A acusação afirma que Erin “envenenou deliberadamente” seus convidados, enquanto a defesa argumenta que foi um “terrível acidente”.
Erin Patterson, uma mulher australiana, é acusada de assassinar três parentes ao servi-los com cogumelos venenosos durante um almoço em julho de 2023. Ela se declarou inocente das acusações de homicídio e tentativa de homicídio.
Recentemente, um jurado foi removido do caso por possível má conduta. O juiz Christopher Beale encontrou uma “possibilidade razoável” de que o jurado discutiu o caso fora da sala. Embora não houvesse evidências definitivas, o juiz alertou os jurados restantes sobre a importância de manter as discussões confidenciais.
O julgamento, que começou há duas semanas em Victoria, conta agora com quatorze jurados. Após a apresentação de todas as provas, o número será reduzido para doze, que deliberarão sobre o veredicto. Os promotores alegam que Patterson “deliberadamente envenenou” seus convidados, convidando-os para o almoço sob o pretexto de ter sido diagnosticada com câncer.
A defesa de Patterson argumenta que se tratou de um “terrível acidente” e que ela agiu de forma errada ao mentir para a polícia e descartar evidências, afirmando que isso ocorreu por pânico após servir veneno a familiares que amava.
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