Nicolas Sarkozy, ex-presidente da França, está em liberdade condicional e não usa mais a tornozeleira eletrônica que tinha desde fevereiro. Ele foi condenado em dezembro a três anos de prisão por corrupção e tráfico de influência, mas como tem 70 anos, pôde pedir a liberdade condicional antes de cumprir metade da pena. Agora, ele deve solicitar autorização judicial para viagens que durem mais de 15 dias ou que sejam ao exterior. Durante o período em que usou a tornozeleira, ele tinha restrições de horário para sair de casa. Sarkozy ainda enfrenta outro processo sobre o suposto financiamento ilegal de sua campanha de 2007 com dinheiro da Líbia, e o veredito desse caso deve sair em setembro.
O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, está em liberdade condicional e não utiliza mais a tornozeleira eletrônica, conforme anunciou o Ministério Público de Paris nesta quinta-feira, 15 de maio. Sarkozy, que presidiu o país entre 2007 e 2012, foi condenado em dezembro de 2022 a três anos de prisão por corrupção e tráfico de influência.
A tornozeleira eletrônica foi imposta durante pouco mais de três meses. A defesa de Sarkozy solicitou a liberdade condicional em abril, e a decisão judicial foi divulgada em 12 de maio. Desde quarta-feira, o ex-presidente não está mais sujeito ao monitoramento eletrônico, mas deve pedir autorização judicial para viagens que excedam 15 dias ou para o exterior.
Além da condenação atual, Sarkozy enfrenta outras acusações. Ele é investigado por um suposto acordo com o ex-ditador da Líbia, Muammar Kadafi, para receber financiamento em sua campanha presidencial de 2007. O advogado de Sarkozy, Christophe Ingrain, afirma que não houve financiamento líbio e que o ex-presidente lutará contra as acusações.
O veredito sobre o caso do financiamento ilegal deve ser conhecido em 25 de setembro. O Ministério Público pediu uma pena de sete anos de prisão para Sarkozy. A defesa do ex-presidente garante que ele já retornou ao trabalho em seu escritório em Paris.
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