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Polícia Federal apreende mochilas com dinheiro em operação contra desvio de verbas em Alagoas

Polícia Federal apreende mochilas com dinheiro em operação que investiga desvio de R$ 8 milhões em contrato de locação em Alagoas.

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A Polícia Federal apreendeu mochilas cheias de dinheiro em uma operação que investiga o desvio de recursos públicos em Alagoas. A operação, chamada Pedágio Norte, cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em cidades como Maceió e São Luís do Quitunde. Além das apreensões, a PF sequestrou bens avaliados em mais de R$ 8 milhões. As mochilas continham principalmente notas de R$ 50 e R$ 100, mas o valor total ainda não foi divulgado. A investigação foca em um contrato de locação de veículos firmado entre uma prefeitura alagoana e uma empresa, onde os recursos teriam sido desviados entre 2020 e 2024. A polícia identificou saques suspeitos nas contas da empresa, que podem indicar ocultação de valores. Os envolvidos podem enfrentar acusações de crimes como peculato e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal (PF) apreendeu mochilas cheias de dinheiro em uma operação realizada hoje, que investiga possíveis desvios de recursos públicos federais em municípios de Alagoas. A ação, denominada Operação Pedágio Norte, cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Maceió, São Luís do Quitunde, Paripueira e Satuba.

Durante a operação, a PF também determinou o sequestro de bens no valor superior a R$ 8 milhões, relacionados a um contrato de locação de veículos. O valor encontrado nas mochilas ainda não foi divulgado, mas imagens mostram pelo menos quatro mochilas repletas de dinheiro em espécie, com predominância de notas de R$ 50 e R$ 100.

A investigação da PF foca em um contrato firmado entre a prefeitura de um município alagoano e uma empresa de locação de veículos, que ocorreu entre 2020 e 2024. A corporação não revelou qual cidade está sob investigação. Segundo a PF, os valores teriam sido transferidos da locadora para um familiar de um servidor da prefeitura, com indícios de saques em espécie que sugerem ocultação.

Os envolvidos na operação poderão responder por crimes como peculato, corrupção passiva, fraude em contrato com a Administração Pública, lavagem de capitais e associação criminosa. A PF continua a apuração dos fatos e a busca por mais evidências relacionadas ao caso.

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