O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, chamou a atenção ao dizer que a vida dos juízes no Brasil é difícil, comparando-a à de monges. No entanto, foi revelado que ele recebe R$ 78 mil por mês apenas em penduricalhos, totalizando R$ 1,9 milhão por ano. Seu salário-base é de R$ 39 mil. Essa situação contrasta com sua declaração sobre dificuldades financeiras, especialmente quando comparado ao salário do presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, que é de cerca de R$ 1,6 milhão por ano. Perri também mencionou que seus ganhos são muito superiores ao salário mínimo de um garçom no Brasil, que é de R$ 1.866,08.
O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, gerou polêmica ao afirmar que a vida dos magistrados no Brasil é financeiramente difícil, comparando-a à de monges. Em entrevista a um podcast, ele destacou as “agruras” enfrentadas pela categoria.
Recentemente, informações revelaram que Perri recebe R$ 78 mil mensais apenas em penduricalhos, totalizando R$ 1,9 milhão anuais. Essa quantia contrasta fortemente com sua declaração sobre dificuldades financeiras. O salário-base do desembargador é de R$ 39 mil.
O colunista do Estadão, Pedro Fernando Nery, comparou os vencimentos de Perri com os do presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, que ganha cerca de US$ 317 mil por ano, equivalente a R$ 1,6 milhão. Perri, com seus R$ 164 mil mensais, está entre os 0,1% mais ricos do Brasil.
Além disso, o desembargador fez uma comparação entre seus ganhos e o salário de um garçom, que é de R$ 1.866,08. A discrepância nos valores levanta questões sobre a realidade financeira da magistratura no país. A análise de Nery aponta um desequilíbrio significativo nas remunerações.
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