A investigação sobre corrupção no Judiciário, liderada pelo ministro Cristiano Zanin, ganhou um novo impulso com a prisão do empresário Diego Cavalcante, que é considerado um dos principais envolvidos no esquema. Ele foi detido por obstrução de justiça após esconder seu celular, que continha informações importantes sobre suas transações financeiras com familiares de juízes. A Polícia Federal acredita que, se decidir colaborar com as investigações, Cavalcante pode revelar detalhes sobre pagamentos a parentes de autoridades do Judiciário e os serviços que foram prestados. A prisão dele gerou grande repercussão em Brasília, e ele se entregou à polícia após ser considerado foragido.
Conduzida pelo ministro Cristiano Zanin no Supremo Tribunal Federal (STF), a investigação sobre corrupção no Judiciário ganhou novo impulso com a prisão do empresário Diego Cavalcante. Ele é considerado um dos principais operadores do esquema que envolve a venda de decisões judiciais, descoberto a partir das atividades do lobista Andreson Gonçalves.
Cavalcante foi detido por obstrução de justiça após esconder seu celular, que continha informações relevantes sobre suas transações financeiras com familiares de magistrados. As conexões do empresário no meio jurídico o tornam um alvo estratégico para a Polícia Federal (PF).
Fontes do caso indicam que, se decidir colaborar com as investigações, Cavalcante poderá apresentar extratos e remessas que comprovam suas relações com um número significativo de parentes de autoridades do Judiciário, detalhando a natureza dos “serviços” prestados.
Um interlocutor próximo à investigação afirmou: “Brasília não dorme desde a prisão de Diego.” O empresário se entregou à PF nesta quinta-feira, após ser considerado foragido. A expectativa é que sua colaboração possa trazer à tona novos desdobramentos sobre o esquema de corrupção em curso.
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