Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, elogiou a ditadura militar durante uma sessão na Câmara de Balneário Camboriú, afirmando que foi a “melhor época do Brasil” para muitos mais velhos. Ele fez esses comentários enquanto criticava um projeto que homenageava um ex-prefeito assassinado durante esse período. Renan questionou a moral do PT para falar sobre democracia, lembrando que, segundo ele, a população pediu a intervenção militar em 1964. Outros vereadores, como Eduardo Zanatta, que propôs o projeto, rebateram suas declarações, sugerindo que ele deveria estudar mais sobre a história da cidade e do país. Marcos Kurtz, de outro partido, tentou desviar a discussão para o objetivo de homenagear o ex-prefeito, que não conseguiu completar seu mandato devido à sua morte.
Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, defendeu a ditadura militar durante uma sessão na Câmara de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Ele afirmou que o período foi “a melhor época do Brasil” para muitos mais velhos, gerando reações entre os vereadores presentes.
O comentário ocorreu durante a votação de um projeto que propunha a criação do Dia Nacional da Democracia, em homenagem ao ex-prefeito Higino João Pio, assassinado durante o regime militar. Jair Renan criticou o projeto, afirmando que “tudo que vem do PT é de cunho ideológico” e questionou a moral do partido para falar sobre democracia, referindo-se ao golpe de 1964.
O vereador Eduardo Zanatta, autor do projeto, respondeu que o passado da cidade não pode ser reescrito por quem nega a história do Brasil. Ele sugeriu que Jair Renan visitasse o arquivo histórico de Balneário Camboriú e assistisse a um filme sobre Higino Pio para entender melhor a história local.
Outro vereador, Marcos Kurtz, pediu que o debate se concentrasse na homenagem ao ex-prefeito, ressaltando que todos os vereadores são a favor da democracia. Ele enfatizou a importância de reconhecer a trajetória de Higino João Pio, que não pôde completar seu mandato devido ao assassinato.
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