A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu não chamar o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, como testemunha na ação sobre a tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal. O depoimento dele estava marcado para segunda-feira, mas a PGR não explicou o motivo da desistência. A defesa de Ibaneis já havia sugerido um horário para o depoimento. Essa não é a primeira vez que a PGR se posiciona a favor do governador; em fevereiro, já havia recomendado o arquivamento da investigação sobre sua omissão nos eventos de 8 de Janeiro. Além de Ibaneis, a PGR indicou outras duas pessoas para serem ouvidas: Marco Antônio Freire Gomes, do Exército, e Carlos Almeida Baptista Junior, da Aeronáutica.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, desistiu de indicar o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), como testemunha na ação sobre a tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi comunicada nesta sexta-feira, dia dezesseis, e o depoimento estava agendado para segunda-feira, dia dezenove. No documento, não foi apresentada justificativa para a desistência.
A defesa de Ibaneis já havia indicado o horário de preferência para o depoimento, que seria às 15h. Essa não é a primeira manifestação da PGR em favor do governador. Em fevereiro, a procuradoria se posicionou a favor do arquivamento da investigação por omissão durante os eventos de oito de janeiro, recomendação que foi acatada pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes.
Além de Ibaneis, a PGR indicou para serem ouvidos os ex-comandantes Marco Antônio Freire Gomes, do Exército, e Carlos Almeida Baptista Junior, da Aeronáutica. A desistência de ouvir o governador ocorre em um contexto de crescente atenção sobre os eventos de janeiro e suas repercussões legais.
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