Áudios da Polícia Federal mostram o agente Wladimir Soares, preso desde novembro de 2024, ofendendo o cacique Raoni Metuktire. Nos registros, Soares critica a posse do presidente Lula e faz ameaças, dizendo que sua equipe estava pronta para agir em defesa de Bolsonaro. Ele chama Raoni de “vagabundo” e afirma que ele “destruirá a Amazônia”, expressando descontentamento com a presença de lideranças indígenas na cerimônia de posse. Soares menciona que sua equipe, com “poder de fogo elevado”, estava esperando um sinal de Bolsonaro para agir, revelando intenções violentas. Raoni, de 93 anos, é conhecido por sua luta pela preservação da Amazônia e pelos direitos indígenas.
Áudios obtidos pela Polícia Federal revelam ofensas do agente Wladimir Soares, preso desde novembro de 2024, ao cacique Raoni Metuktire. Nos registros, Soares critica a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e expressa intenções violentas em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Durante a gravação, Soares se refere a Raoni, de 93 anos, como “vagabundo” e afirma que ele “destruirá a Amazônia”. O agente da PF demonstra descontentamento ao ver a cerimônia de posse, onde diversas lideranças, incluindo indígenas, estavam presentes. Ele expressa sua indignação, dizendo que sente “dor de estômago” ao ver a cena.
Além das ofensas ao líder indígena, Soares faz declarações alarmantes sobre sua disposição para agir em defesa de Bolsonaro. Ele menciona que sua equipe estava pronta para “matar meio mundo de gente”, mas que o ex-presidente “deu para trás”. O agente afirma que faz parte de uma “equipe de operações especiais” com “poder de fogo elevado”, aguardando apenas um sinal de Bolsonaro para agir.
Raoni Metuktire, conhecido por sua luta pela preservação da Amazônia e pelos direitos dos povos indígenas, se reuniu com Lula em abril de 2023. Durante o encontro, o cacique pediu ao governo que não explorasse petróleo na Foz do Amazonas, destacando a importância das questões ambientais.
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