Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Procurador pede 12 anos de prisão para Cristina Kirchner por corrupção em obras públicas

Procurador-geral pede 12 anos de prisão para Cristina Kirchner por associação ilícita em caso de corrupção em obras públicas.

0:00
Carregando...
0:00

O procurador-geral de Justiça da Argentina, Eduardo Casal, pediu ao Supremo Tribunal que a ex-presidente Cristina Kirchner seja condenada a 12 anos de prisão por associação ilícita em um caso de corrupção ligado a obras públicas em Santa Cruz. Casal afirmou que há um esquema comprovado de corrupção e pediu que a pena de Cristina fosse dobrada. Em 2022, ela já havia sido condenada a seis anos de prisão, mas ainda aguarda a decisão do Supremo, que analisará um pedido de nulidade da sentença. O caso envolve fraudes em licitações para obras rodoviárias entre 2003 e 2015, beneficiando o Grupo Austral, de um empresário próximo aos Kirchner. Além da pena, o procurador quer o confisco de bens no valor de US$ 4,7 milhões e a inabilitação perpétua de Cristina para cargos públicos. A decisão do Supremo pode impactar a política argentina, já que Cristina planeja concorrer a uma vaga de deputada nacional nas próximas eleições.

O procurador-geral de Justiça da Argentina, Eduardo Casal, solicitou ao Supremo Tribunal que a ex-presidente Cristina Kirchner seja condenada a 12 anos de prisão por associação ilícita. O pedido foi feito em 15 de maio de 2025 e está relacionado a um esquema de corrupção em obras públicas na província de Santa Cruz.

Casal afirmou que o caso, conhecido como “Vialidad”, revela um esquema comprovado de corrupção. Ele argumentou que a ex-presidente já havia sido condenada a seis anos de prisão em dezembro de 2022, mas que a nova acusação de associação ilícita deve resultar em uma pena maior. A investigação aponta que, entre 2003 e 2015, houve fraudes em 51 processos licitatórios para construção de obras rodoviárias, beneficiando o Grupo Austral, ligado ao empresário Lázaro Báez.

Além da pena, o procurador pediu o confisco de bens no valor de US$ 4,7 milhões (aproximadamente R$ 26,8 milhões). A decisão do Supremo, composta pelos juízes Horacio Rosatti, Carlos Rosenkrantz e Ricardo Lorenzetti, também pode incluir a inabilitação perpétua de Cristina para ocupar cargos públicos.

A ex-presidente, que não ocupa cargo político desde o fim do governo Alberto Fernández, deve concorrer a uma vaga de deputada nacional nas eleições de outubro. O desfecho deste caso pode influenciar o cenário político argentino, já que a decisão do Supremo está prevista para ocorrer em um momento crucial para o país.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais