O ex-presidente Jair Bolsonaro disse que pode “morrer na cadeia” se for condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por sua suposta participação na tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023. Em uma entrevista, ele afirmou que não tem como recorrer e criticou as acusações, chamando-as de “crime impossível”. Bolsonaro estava nos Estados Unidos durante os ataques a prédios públicos em Brasília e se referiu a personagens da Disney para deslegitimar as alegações contra ele. O STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele e outros sete réus, que podem enfrentar penas de até 43 anos de prisão. Ele também se declarou alvo de perseguição política e criticou decisões do STF sobre outros réus, como a deputada Carla Zambelli, a qual considerou injusta. Bolsonaro expressou preocupação com a possibilidade de condenação e disse que não sabe até quando conseguirá lidar com essa situação.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que pode “morrer na cadeia” se for condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo sobre a tentativa de golpe de Estado ocorrida em 8 de janeiro de 2023. Em entrevista ao canal no YouTube AuriVerde Brasil, ele afirmou: “Eu, com 40 anos de cadeia no lombo, não tenho recurso para lugar nenhum”.
Bolsonaro, que estava em Orlando, nos Estados Unidos, durante os ataques a prédios públicos em Brasília, criticou a acusação de que ele teria participado do golpe. Ele se referiu ao caso como “crime impossível” e mencionou personagens da Disney para deslegitimar as alegações. A Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros sete réus, acusados de crimes como organização criminosa armada e golpe de Estado.
As penas para os réus podem chegar a 43 anos de prisão. Durante a entrevista, Bolsonaro expressou sua preocupação com a possibilidade de condenação, afirmando que “está previsto 40 anos de cadeia”. Ele também alegou ser alvo de uma perseguição política, afirmando que o “sistema” busca impedir sua candidatura em 2026.
Além disso, o ex-presidente criticou decisões do STF relacionadas a outros réus, como a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), condenada por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Bolsonaro considerou a decisão “sem cabimento” e afirmou que os casos de Zambelli e do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) são exemplos de ativismo judicial. Ele concluiu dizendo que não sabe até quando conseguirá resistir a essa situação.
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