O tenente-coronel Mauro Cid, que é próximo de Jair Bolsonaro, revelou em mensagens de WhatsApp que prefere Luiz Inácio Lula da Silva a Michelle Bolsonaro como candidata à presidência. Essas mensagens mostram uma relação tensa entre Cid e a ex-primeira-dama. Ele criticou a ideia de Michelle ser candidata pelo PL, especialmente após a inelegibilidade de Bolsonaro, e insinuou que existem “muitas coisas sujas” que poderiam prejudicá-la na política, sem dar detalhes. Cid já havia feito comentários negativos sobre Michelle em sua delação premiada, mencionando um momento em que ela ficou em pânico ao deixar o Palácio da Alvorada, o que ele descreveu como um “desespero de mulher”. Além disso, Cid afirmou que Michelle e Eduardo Bolsonaro incentivaram Jair Bolsonaro a tentar um golpe de Estado em 2022. Em conversas com Fábio Wajngarten, Cid concordou que a presença de Michelle na política poderia trazer consequências negativas, referindo-se a possíveis escândalos que poderiam ser explorados pela imprensa. Essas revelações destacam a tensão nas relações políticas e pessoais envolvendo o ex-presidente e sua família.
O tenente-coronel Mauro Cid, próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, revelou em mensagens de WhatsApp sua preferência por Luiz Inácio Lula da Silva em vez de Michelle Bolsonaro como candidata à presidência. As conversas, acessadas pelo UOL, indicam uma relação tensa entre Cid e a ex-primeira-dama.
Em uma troca de mensagens datada de 27 de janeiro de 2023, Cid criticou a possibilidade de Michelle ser lançada como candidata pelo PL, caso Bolsonaro se tornasse inelegível, o que ocorreu em junho de 2023. Ele expressou que “prefiro o Lula” e mencionou que “tem muita coisa suja” que poderia prejudicá-la na política. Cid não detalhou suas afirmações, mas insinuou que a personalidade de Michelle poderia ser usada contra ela.
Críticas e Comentários Machistas
Cid já havia feito comentários negativos sobre Michelle em sua delação premiada. Ele descreveu um momento em que a ex-primeira-dama entrou em pânico ao ver sua mudança do Palácio da Alvorada. Em suas palavras, isso refletia um “desespero de mulher”. Além disso, Cid afirmou que Michelle e Eduardo Bolsonaro estavam entre os que instigavam Jair Bolsonaro a realizar um golpe de Estado em 2022.
Fábio Wajngarten, em conversa com Cid, também expressou que o nome de Michelle na política traria repercussões negativas. Cid concordou, afirmando que ela tem “muita coisa para queimar”, referindo-se a possíveis escândalos do passado que poderiam ser explorados pela imprensa.
Essas revelações acentuam a tensão nas relações políticas e pessoais que cercam o ex-presidente e sua família, além de levantar questões sobre a viabilidade de Michelle na arena política.
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