O jornalista sueco Joakim Medin, que estava preso na Turquia desde março, foi libertado e voltou para a Suécia. Ele foi detido por insultar o presidente Recep Tayyip Erdogan e por supostamente participar de uma manifestação em Estocolmo em apoio ao PKK, considerado uma organização terrorista. O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, confirmou a libertação e agradeceu ao trabalho do Ministério das Relações Exteriores. Medin chegou ao aeroporto de Estocolmo, onde foi recebido por sua esposa e pela ministra das Relações Exteriores. Ele expressou alívio por estar de volta, embora ainda enfrente um processo separado por acusações de terrorismo. Durante sua detenção, Medin ficou em confinamento solitário, o que afetou sua saúde mental, mas ele não sofreu violência física. Apesar de estar livre, ele não precisa comparecer ao tribunal na Turquia enquanto o caso continua.
O jornalista sueco Joakim Medin, detido na Turquia desde março de 2023, foi libertado e retornou à Suécia no último sábado. Ele enfrentava acusações de insultar o presidente Recep Tayyip Erdogan e de participar de uma manifestação em Estocolmo relacionada ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
A libertação de Medin foi confirmada pelo primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, que destacou o esforço do Ministério das Relações Exteriores sueco e de aliados europeus. “O trabalho duro em relativo silêncio valeu a pena”, afirmou Kristersson em uma publicação na rede social X. Medin chegou ao aeroporto de Estocolmo, onde foi recebido por sua esposa e pela ministra das Relações Exteriores, Maria Malmer Stenergard.
Em entrevista ao jornal *Dagens ETC*, Medin expressou alívio por estar de volta ao seu país. “A pressão no meu peito desapareceu assim que decolamos e começamos a voltar para casa”, disse. Ele também ressaltou a importância da liberdade de imprensa e de expressão, afirmando: “Viva a liberdade”.
Durante sua detenção, Medin ficou em confinamento solitário em uma ala para presos políticos. Embora não tenha sofrido violência física, ele relatou que o isolamento afetou sua saúde mental. Apesar de estar livre, o jornalista ainda enfrenta um processo separado por acusações de terrorismo na Turquia, mas não será obrigado a comparecer ao tribunal.
Medin foi preso ao chegar ao aeroporto de Istambul em 27 de março de 2023, e a ordem de prisão foi justificada pelo governo turco como relacionada a atividades não jornalísticas. Sua detenção ocorreu em um contexto de repressão a jornalistas na Turquia, que inclui a prisão de outros profissionais da mídia e a expulsão de correspondentes estrangeiros.
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