A crise no governo federal aumentou após uma gafe da primeira-dama Janja da Silva durante sua viagem à China. O incidente aconteceu em um jantar com o presidente chinês Xi Jinping e envolveu uma conversa sobre o TikTok. Isso deixou o presidente Lula irritado e gerou descontentamento no Palácio do Planalto. A situação piorou com o vazamento da informação para a imprensa, criando desconfiança entre os ministros e levando a uma “caça às bruxas” no governo. Há suspeitas de que o ministro Rui Costa, da Casa Civil, tenha sido a fonte do vazamento, o que aumentou a tensão entre os membros da equipe. Lula defendeu sua esposa em uma coletiva e criticou a falta de comunicação entre os ministros. O clima já tenso entre eles se agravou, com alguns dizendo que não querem mais interagir com certos colegas. O ministro Sidônio Palmeira, da Secom, pediu que os membros do governo não comentassem sobre o assunto para evitar mais polêmica. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que também estava no jantar, negou envolvimento no vazamento, mas notou um clima estranho ao voltar da viagem. A situação ofuscou outros aspectos da visita à China e intensificou as divisões internas no governo.
A crise interna no governo federal se intensificou após uma suposta gafe da primeira-dama Janja da Silva durante sua viagem à China. O episódio, que envolveu uma conversa com o presidente chinês Xi Jinping sobre o TikTok, gerou descontentamento no Palácio do Planalto e deixou o presidente Lula irritado.
O incidente ocorreu durante um jantar em Pequim e foi seguido por uma cobrança mais incisiva no voo de volta ao Brasil. O vazamento da informação para a imprensa provocou uma onda de desconfiança entre os ministros, levando a uma “caça às bruxas” no governo. Informações indicam que o ministro Rui Costa, da Casa Civil, pode ter sido a fonte do vazamento, o que aumentou a tensão entre os membros da equipe.
Lula, em coletiva na China, defendeu a esposa e criticou a falta de comunicação entre os ministros. Ele afirmou que, se alguém estivesse incomodado, deveria ter procurado diretamente. O clima entre os ministros, que já era tenso, piorou, com alguns afirmando que não desejam mais interagir com certos colegas. A situação é vista como um reflexo de um relacionamento já deteriorado entre as pastas.
O ministro Sidônio Palmeira, da Secom, orientou os membros do governo a manter silêncio sobre o assunto, acreditando que a repercussão só aumentaria a polêmica. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também presente no jantar, negou envolvimento no vazamento, mas retornou da viagem com um “clima esquisito”. A situação, lamentam os governistas, ofuscou outros aspectos da visita à China e intensificou as divisões internas no governo.
Entre na conversa da comunidade