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Médico é indiciado por homicídio de namorada menor e enfrenta pena de até 62 anos

Médico é indiciado por feminicídio após morte de namorada em tiro acidental; ele pode pegar até 62 anos de prisão. Investigação em andamento.

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Bruno Felisberto, um médico de 29 anos, foi indiciado pela morte de sua namorada Kethlyn, de 15 anos, em Guarantã do Norte, Mato Grosso, após um tiro que ele afirma ter sido acidental. O incidente aconteceu no dia 3 de maio, quando Kethlyn foi atingida na cabeça. Bruno foi indiciado por feminicídio, porte ilegal de arma e disparo de arma de fogo. Ele se entregou à polícia dois dias depois e teve sua prisão convertida em preventiva. Segundo ele, os dois estavam voltando de um bar e, enquanto brincava com a arma, o tiro acidentalmente disparou. Se condenado, Bruno pode pegar até 62 anos de prisão. Além disso, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso está investigando sua conduta, já que ele não tinha porte de armas. Vídeos nas redes sociais mostram Bruno brincando com um revólver enquanto dirigia, levantando preocupações sobre sua responsabilidade. O caso está sendo monitorado pelas autoridades e pela sociedade.

Bruno Felisberto do Nascimento Tomiello, um médico de 29 anos, foi indiciado pela morte de sua namorada, Kethlyn Vitoria de Souza, de 15 anos, em Guarantã do Norte, Mato Grosso. O incidente ocorreu no dia 3 de maio, quando a jovem foi atingida por um tiro na cabeça. O delegado Waner Neves, responsável pela investigação, indiciou Bruno por feminicídio, além de outros crimes, como porte ilegal de arma e disparo de arma de fogo.

A defesa do médico argumenta que o tiro foi acidental. Bruno se entregou à polícia no dia 5 de maio e teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva. Segundo sua versão, ele e Kethlyn estavam voltando de um bar, ambos sob efeito de álcool. Ele afirma que a jovem teria se sentado em seu colo e assumido a direção do veículo, momento em que pegou a arma para “brincar”, resultando no disparo acidental.

Consequências Legais

Bruno pode enfrentar até 62 anos de prisão se condenado. Além do indiciamento por feminicídio, ele também responde por dirigir sob influência de álcool e entregar o veículo a uma pessoa não habilitada. O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) abriu uma sindicância para investigar a conduta do médico, que não possuía porte de armas. A conclusão da sindicância determinará se haverá um processo ético contra ele.

Vídeos publicados por Kethlyn nas redes sociais mostram Bruno brincando com um revólver enquanto dirigia, o que levanta questões sobre sua responsabilidade e segurança. O caso continua a ser acompanhado de perto pelas autoridades e pela sociedade, dada a gravidade da situação e as implicações legais envolvidas.

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