A eleição para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) terá uma única chapa liderada por Samir Xaud, atual presidente da Federação Roraimense de Futebol. A votação, que acontecerá no próximo mês, conta com o apoio de 23 federações estaduais, o que impede a candidatura de Rogério Carneiro Bastos, da Federação Paulista de Futebol, que precisava de apoio de pelo menos oito federações para se candidatar. A chapa de Xaud inclui nomes como Flavio Zveiter, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, e Michelle Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol, além de outros vice-presidentes de federações estaduais. A CBF enfrenta instabilidades administrativas, com recentes mudanças na presidência, e o apoio a Xaud pode ajudar a estabilizar a gestão em um momento delicado. A relação de Gustavo Dias Henrique com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, também levanta questões sobre a influência política nas decisões da CBF, especialmente após a liminar que permitiu o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência.
A eleição para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ocorrerá com uma chapa única liderada por Samir Xaud, atual presidente da Federação Roraimense de Futebol (FRF). O pleito, marcado para o próximo mês, contará com o apoio de 23 federações estaduais, o que inviabiliza a candidatura de Rogério Carneiro Bastos, da Federação Paulista (FPF), que precisava do respaldo de pelo menos oito entidades para se inscrever.
A chapa de Xaud inclui nomes de destaque como Flavio Zveiter, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), e Michelle Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol. Outros vice-presidentes são José Vanildo (Rio Grande do Norte), Ricardo Paul (Pará), Ednailson Rozenha (Amazonas), Rubens Angelloti (Santa Catarina), Fernando Sarney (atual interino) e Gustavo Dias Henrique (Distrito Federal).
A situação na CBF é marcada por instabilidades administrativas, com recentes afastamentos e retornos de presidentes. O apoio de Xaud por um número expressivo de federações reflete uma tentativa de consolidar a governança da entidade em um momento crítico. O vínculo de Gustavo Dias Henrique com Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), também levanta questões sobre a influência política nas decisões da CBF, especialmente após a liminar que permitiu o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência.
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