Desde que Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência em janeiro de 2023, o Exército Brasileiro perdeu 1,7 milhão de seguidores nas redes sociais. Essa queda é oposta ao aumento de seguidores da Aeronáutica e da Marinha, que cresceram no mesmo período. A mudança na percepção pública começou após a tentativa de golpe que buscava impedir a posse de Lula, onde aliados de Jair Bolsonaro criticaram as Forças Armadas por apoiarem a democracia.
O Exército Brasileiro registrou uma perda de 1,7 milhão de seguidores nas redes sociais desde a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Essa queda acentuada contrasta com o crescimento de seguidores da Aeronáutica e da Marinha, que aumentaram sua popularidade no mesmo período.
A diminuição no número de seguidores do Exército coincide com a frustrada tentativa de golpe que buscou impedir a posse do atual presidente. Essa trama foi impulsionada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que criticaram o apoio das Forças Armadas a uma transição democrática.
Além disso, diversos ministérios do governo federal também apresentaram crescimento nas redes sociais, refletindo uma mudança na percepção pública sobre as instituições militares. A situação atual destaca a polarização política no Brasil e o impacto das ações das Forças Armadas no cenário democrático.
A queda de seguidores do Exército pode ser vista como um indicativo da mudança de apoio entre a população, especialmente após os eventos de janeiro. A Aeronáutica e a Marinha, por outro lado, parecem ter se beneficiado dessa nova dinâmica, aumentando sua presença e interação nas plataformas digitais.
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