O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a pesquisa de petróleo na Margem Equatorial em uma entrevista recente. Ele disse que a exploração deve acontecer ao mesmo tempo que o Brasil busca fontes de energia alternativas. Haddad destacou que é importante reduzir a dependência do petróleo, pois sua queima gera poluição. A Margem Equatorial é uma área rica em petróleo, com várias bacias e uma estimativa de mais de 30 bilhões de barris. A Petrobras está interessada em explorar essa região e já atendeu a exigências do Ibama para obter a licença necessária. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, informou que um novo pedido foi enviado ao Ibama e, se aprovado, a perfuração será feita em águas profundas, a 540 quilômetros da Foz do Amazonas. Haddad reforçou que a pesquisa é importante, mas que a descoberta de petróleo não deve atrasar a transição para energias mais limpas.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a pesquisa sobre as reservas de petróleo na Margem Equatorial durante uma entrevista ao programa Cidades e Soluções, da GloboNews, no último sábado, 17. Ele destacou que a exploração deve ser realizada em conjunto com a transição para fontes de energia alternativas.
Haddad afirmou que é essencial que a humanidade busque alternativas ao petróleo, ressaltando que a queima dessa fonte de energia gera emissões de carbono. “Em primeiro lugar, temos que, o quanto antes, prescindir do petróleo”, disse o ministro. Ele enfatizou que o Brasil deve investir em fontes alternativas de energia, uma área em que o país já é líder há décadas.
A Margem Equatorial, que se estende por diversos estados do Brasil, é considerada uma fronteira exploratória de petróleo. A região abriga cinco bacias: Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar, com uma estimativa de mais de 30 bilhões de barris de petróleo. A Petrobras manifestou interesse em explorar essa área e, segundo a presidente da empresa, Magda Chambriard, a última exigência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi atendida em março.
Chambriard informou que a Petrobras enviou um novo pedido ao Ibama para a licença pré-operacional, e, caso aprovada, a perfuração ocorrerá em águas profundas, a 540 quilômetros da Foz do Amazonas. Haddad reforçou que a pesquisa é necessária, mas que a eventual descoberta de petróleo não deve atrasar a transição energética do Brasil.
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