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Janja reafirma suas declarações a Xi Jinping e promete não se calar

Janja da Silva defende combate à violência sexual infantil após críticas sobre gafe em viagem à China. Tensão no Planalto aumenta com especulações de vazamentos.

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A primeira-dama Janja da Silva respondeu a críticas sobre uma gafe durante a viagem à China, onde seu marido, o presidente Lula, falou sobre redes sociais. Em um evento em Brasília, ela reafirmou seu compromisso em discutir a violência sexual contra crianças e adolescentes, dizendo que não vai se calar sobre o assunto. A polêmica começou quando Janja se dirigiu ao presidente chinês Xi Jinping após a fala de Lula, o que gerou desconforto no governo e uma crise interna, especialmente após o vazamento do episódio para a imprensa, que deixou Lula irritado. Janja destacou a importância de regulamentar as plataformas digitais e pediu que as mães se unam para serem ouvidas no Congresso. Ela também mencionou um caso grave de uma menina de oito anos que morreu após inalar desodorante, reforçando a urgência do tema. A situação no Planalto se complicou com especulações sobre quem vazou a informação, aumentando a tensão entre os ministros, especialmente em relação ao ministro Rui Costa, da Casa Civil.

A primeira-dama Janja da Silva respondeu hoje a críticas sobre uma suposta gafe cometida durante a viagem presidencial à China. Em evento em Brasília, ela reafirmou seu compromisso em abordar a violência sexual contra crianças e adolescentes, tema que considera crucial. “Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso”, declarou.

A polêmica surgiu após Janja se dirigir ao presidente chinês Xi Jinping após uma fala de seu marido, o presidente Lula, sobre redes sociais. A repercussão gerou desconforto no Planalto, levando a uma crise interna. O vazamento do episódio para a imprensa deixou Lula irritado, que cobrou seus ministros antes mesmo de retornar ao Brasil.

Janja enfatizou a necessidade de regulamentação das plataformas digitais, destacando que mães devem se unir para que suas vozes sejam ouvidas no Congresso Nacional. “Precisamos tratar isso de forma séria e não como fofoca de bastidor”, afirmou. Ela também mencionou a gravidade de casos como o de uma menina de oito anos que morreu após inalar desodorante, reforçando a urgência do debate.

O clima no Planalto se deteriorou ainda mais com especulações sobre a origem do vazamento. A colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, sugeriu que o ministro Rui Costa, da Casa Civil, poderia ser a fonte, aumentando a tensão entre os membros do governo. A situação gerou divisões, com alguns defendendo a postura de Janja e outros criticando sua intervenção.

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