O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que aconteceu na manhã de 24 de outubro. O evento, organizado pela Confederação Nacional de Municípios, reuniu prefeitos e gestores de todo o Brasil para discutir questões locais. No ano passado, Lula recebeu vaias de parte do público, por isso, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, pediu respeito entre os participantes e evitou disputas políticas. Este ano, a marcha conta com 12 mil pessoas, incluindo ministros e parlamentares, e abordará temas como federalização climática e segurança pública. Durante a abertura, Ziulkoski criticou uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre emendas e destacou a importância do evento para que os gestores apresentem as necessidades dos municípios ao governo federal. Lula também deve anunciar a contratação de 110 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida e um aumento no teto dos apartamentos na região Norte.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada na manhã desta terça-feira, 24 de outubro. O evento, promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), reúne prefeitos e gestores municipais de todo o Brasil para discutir demandas locais.
No ano anterior, Lula enfrentou vaias de parte do público, embora também tenha recebido aplausos. Para evitar a repetição desse cenário, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, pediu respeito entre os gestores e solicitou que não houvesse disputas políticas durante a marcha. Ele enfatizou que os participantes não estavam ali para polarizações.
A marcha deste ano conta com a presença de 12 mil participantes, incluindo ministros e parlamentares. O evento, que se estenderá por dois dias, abordará temas como federalização climática, segurança pública e emendas parlamentares. O presidente Lula subiu ao palco acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, respectivamente.
Durante a abertura, Ziulkoski também criticou a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre emendas, destacando a necessidade de atenção às pautas estruturantes. Ele ressaltou que a marcha é uma oportunidade para que os gestores levem as necessidades dos municípios ao governo federal.
Lula deve anunciar a contratação de 110 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, além de um aumento no teto dos apartamentos na região Norte, que passará de R$ 180,5 mil para R$ 193 mil. Essa medida visa atender à crescente demanda por moradias no país.
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