Pablo Marçal, coach e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, lançou um aplicativo de relacionamentos chamado Carametade, que busca conectar pessoas com valores e propósitos. Marçal, que já foi condenado por abuso de poder econômico durante sua campanha de 2024, agora se dedica ao mercado digital. No vídeo de lançamento, ele destaca a importância dos relacionamentos na vida das pessoas. O aplicativo oferece uma versão gratuita e um plano Premium por 158 reais a cada seis meses, um preço considerado acessível em comparação a outros apps como o Tinder. Durante sua campanha, Marçal se envolveu em polêmicas, incluindo a divulgação de um laudo falso sobre seu adversário, resultando em mais de duzentas ações judiciais. Ele foi condenado por pagar pessoas para promover seus vídeos nas redes sociais sem declarar esses gastos. Marçal ainda pode recorrer das decisões da Justiça Eleitoral.
Pablo Marçal, coach e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, lançou um novo aplicativo de relacionamentos chamado Carametade. O app promete conectar pessoas com valores e propósitos, visando atender aqueles que buscam relacionamentos mais profundos. Marçal, que enfrenta duas condenações à inelegibilidade por abuso de poder econômico em sua campanha de 2024, agora se volta para o mercado digital.
No vídeo de lançamento, Marçal afirma que o relacionamento é a decisão mais importante na vida de uma pessoa e deve ser um multiplicador do futuro. O aplicativo oferece uma versão gratuita e um plano Premium, que custa 158 reais por semestre, um valor considerado acessível em comparação a outros serviços similares, como o Tinder.
Durante sua campanha, Marçal se envolveu em diversas polêmicas, incluindo a divulgação de um laudo falso sobre seu adversário, Guilherme Boulos. Essa situação resultou em mais de duzentas ações judiciais e uma investigação criminal. Após sua derrota no primeiro turno, o coach expressou interesse em se candidatar a cargos executivos nas eleições de 2026.
A Justiça Eleitoral de São Paulo condenou Marçal por pagar pessoas para promover seus vídeos nas redes sociais, sem contabilizar esses gastos como parte da campanha. Ele ainda pode recorrer das decisões ao Tribunal Regional Eleitoral e ao Tribunal Superior Eleitoral.
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