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Objetos de exposições do NMAAHC são retirados após críticas de Trump à instituição

Objetos do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana são removidos após críticas de Trump, gerando questionamentos sobre a decisão.

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Dois emprestadores de objetos para o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana disseram que suas peças foram retiradas antes do esperado, levantando dúvidas sobre a influência da recente crítica de Trump ao Smithsonian. Um relatório da NBC News revelou que pelo menos 32 objetos foram removidos do museu, que foi mencionado na ordem executiva de Trump sobre “conteúdo anti-americano”. Embora a razão para a remoção não esteja clara, alguns emprestadores acreditam que não se tratou de uma prática comum. Amos C. Brown, que emprestou um livro de história negra de 1880 e uma Bíblia que pertenceu a seu pai, expressou descontentamento com a forma como a situação foi tratada. Ele considerou a remoção desrespeitosa. Liz Brazelton, que emprestou o diário de seu bisavô, também questionou a decisão do museu de devolver o item antes do término do contrato de 10 anos, sugerindo que a mudança pode ter relação com a ordem de Trump. O museu afirmou que a remoção dos objetos não foi planejada e que seguiu um cronograma interno de rotação. Desde março, o museu passou por mudanças internas significativas, incluindo a saída de seu diretor em abril.

Dois emprestadores de objetos expostos no Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana (NMAAHC) afirmaram que suas peças foram retiradas antes do previsto. Essa mudança gerou questionamentos sobre a influência da recente ordem executiva do ex-presidente Donald Trump, que criticou o Smithsonian por suposto “conteúdo anti-americano”.

Um relatório da NBC News revelou que pelo menos 32 objetos foram removidos das galerias do NMAAHC. A razão exata para as remoções não foi esclarecida, mas os emprestadores acreditam que não se tratou apenas de uma prática padrão. Amos C. Brown, ativista dos direitos civis, emprestou ao museu um livro sobre a história negra, datado de mil oitocentos e oitenta, e a Bíblia de seu pai, que foi levada por Martin Luther King Jr. durante protestos. Brown expressou seu descontentamento, afirmando que a retirada foi “desrespeitosa e injusta”.

Liz Brazelton, que cedeu o diário de seu tataravô, também se manifestou. O diário, que pertenceu a um advogado que defendeu Solomon Northup, foi devolvido em março, antes do término de um contrato de empréstimo de dez anos. A NMAAHC justificou a devolução com base em sua “programação interna de rotação de galerias”. Brazelton levantou a hipótese de que a ordem executiva de Trump pode ter influenciado a decisão de retirar objetos relacionados à escravidão.

O Smithsonian, por sua vez, negou que houvesse um plano para remover os itens. Desde março, a instituição passou por mudanças significativas, incluindo a saída de Kevin Young, diretor do NMAAHC, que se afastou em abril, um mês após a ordem de Trump.

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